Sobre este blog

Este nome é facilmente interpretado como 'Mundo Idiota', o que não deixa de ser, visto que atualmente vivemos em um mundo do TER e pior, do PARECER TER / SER, enquanto o que devemos valorizar é o SER. Mas o nome tem outro motivo. Uma pessoa que defende sua pátria é chamado de patriota, numa analogia a pessoa que defende o mundo seria o MUNDIOTA.
 

domingo, 31 de agosto de 2008

Imagem política

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Estreou semana passada um novo quadro no CQC, programa o qual eu adoro. O que mais gosto é quando eles lidam com políticos, principalmente com os políticos que ao invés de fazerem política fazem politicagem.

Eles já chegaram a ser proibidos de fazer perguntas no parlamento, pois as perguntas que eles fazem são aquelas que realmente precisam ser respondidas, e não aquelas perguntas bobas que somente ajudam a manter a pose daqueles seres.

E concordo com o argumento do pessoal do CQC. Eles perguntam, se não quiser responder, é só dizer que não. Em nenhum momento eles obrigam, fazem leis (como alguns fazem) exigindo isso. Aí fica aquela velha questão, se a carapuça serviu......

Bom, mas voltando ao novo quadro, é feito por uma pessoa até então desconhecida (por motivos óbvios). Ele se apresenta como jornalista, porém com conhecimentos em assessoria de imagem política (essa coisa tola para fazer as pessoas serem o que não são). Pois bem, já foram gravados vários quadros, e primeiramente quero que vejam o quadro.



Li agora a seguinte notícia Políticos se irritam com "CQC", da Band. Aos que viram o quadro, sem dúvida o 'entrevistado' fica numa saia justa imensa, pois fica escancarado a máscara que utilizam para parecerem melhor do que são.

E estas pessoas ficam revoltadinhas e querem processar o programa. Pergunto: por que? O que o programa fez de errado?

Pelo que percebi o que ocorreu foi que ao invés deles editarem a parte onde ficam dando os conselhos (que creio que todos fazem isso) eles deixaram no ar, ou seja, não foi criado um cenário fantasioso ou diferenciado, somente não foi editado. Pelo que percebi também o pessoal do CQC não colocou nenhuma arma na cabeça do entrevistado obrigando ele a fazer tais ações, o entrevistado fez porque ELE quis, porque ELE creu que aquilo seria bom para ele, ou seja, ELE assumiu a responsabilidade sobre o que ELE fez.

E se eles podem se sentirem ofendidos por esta exposição (deixo clara que o que ELES fizeram foi decisão DELES) então como nós, cidadãos, nos sentimos quando percebemos claramente que o que eles querem é uma boa imagem, e não serem honestos, transparentes? Fica claro que o que eles querem é somente parecerem bons, e não serem bons. O velho jogo das imagens, a valorização exacerbada do PARECER SER do que o SER.

Creio que se eles podem ficar 'irritadinhos' e processarem o programa, creio que nós deveríamos ficar *^%^((&^ da vida e processá-los também, por agirem claramente com o intuito de nos enganarem.

sábado, 30 de agosto de 2008

Um outro tipo de mulher nua

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Leio que Fernanda Karina posará nua por R$ 2 milhões, depois leio que a revista não confirmou o convite, depois leio que ela vai posar sim senhor e vai utilizar o dinheiro numa campanha para eleger-se deputada, e no meio desta artilharia de informação eu fico tonta e me pergunto: quem diabos é Fernanda Karina?

Ah, a secretária que esteve na CPI e que virou mais uma celebridade instantânea neste país surreal.

Nunca vi tanta mulher nua. Os sites da internet renovam semanalmente seu estoque de gatas vertiginosas. O que não falta é candidata para tirar a roupa. Serviu cafezinho numa cena de novela? Posa pelada. É prima de um jogador de basquete? Posa pelada. Caiu do terceiro andar? Posa pelada.

Depois da invenção do photoshop, até a mais insignificante das criaturas vira uma deusa, bastando pra isso uns retoquezinhos aqui e ali. Dá uma grana boa. E o namorado apóia, o pai fica orgulhoso, a mãe acha um acontecimento, as amigas invejam, então pudor pra quê?

Não sei se os homens estão radiantes com esta multiplicação de peitos e bundas. Infelizes não devem estar, mas duvido que algo que se tornou tão banal ainda enfeitice os que têm mais de 14 anos. Talvez a verdadeira excitação esteja, hoje, em ver uma mulher se despir de verdade - emocionalmente.

Nudez pode ter um significado diferente e muito mais intenso. É assistir a uma mulher desabotoar suas fantasias, suas dores, sua história. É erótico ver uma mulher que sorri, que chora, que vacila, que fica linda sendo sincera, que fica uma delícia sendo divertida, que deixa qualquer um maluco sendo inteligente.

Uma mulher que diz o que pensa, o que sente e o que pretende, sem meias-verdades, sem esconder seus pequenos defeitos - aliás, deveríamos nos orgulhar de nossas falhas, é o que nos torna humanas, e não boneca s de porcelana.

Arrebatador é assistir ao desnudamento de uma mulher em quem sempre se poderá confiar, mesmo que vire ex, mesmo que saiba demais.

Pouco tempo atrás, posar nua ainda era uma excentricidade das artistas, lembro que esperava-se com ansiedade a revista que traria um ensaio de Dina Sfat, por exemplo - pra citar uma mulher que sempre teve mais o que mostrar além do próprio corpo.

Mas agora não há mais charme nem suspense. Estamos na era das mulheres coisificadas, que posam nuas porque consideram um degrau na carreira. Até é. Na maioria das vezes, rumo à decadência.

Escadas servem para descer também. Não é fácil tirar a roupa e ficar pendurada numa banca de jornal, mas, difícil por difícil, também é complicado abrir mão de pudores verbais, expor nossos segredos e insanidades, revelar nosso interior. Mas é o que devemos continuar fazendo.

Despir nossa alma e mostrar pra valer quem somos, o que trazemos por dentro.

Não conheço strip-tease mais sedutor.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Autoconfiança

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Eu já escrevi sobre confiança, mais precisamente sobre uma situação em que uma pessoa desconhecida confiou em mim e me ajudou a resolver um problema. E a situação me pôs a pensar no motivo pelo qual um desconhecido confiou em mim. Há os quem dizem que a postura fala, demonstra isso, bem como a forma de falar, entonação, ou mesmo uma identificação.

Bom, mas isso é a confiança de uma pessoa externa em você, o que certamente é muito bom, porém há outra confiança, extremamente importante: a confiança em nós mesmos.
Não sei se esta confiança é mais fácil ou mais difícil, porém é necessária e gratificante. E a cada ano que passa, ao invés de ficar me lamentando “olha só, já estou com n anos”, olho para a idade como uma dádiva, pois ela nos proporciona tanta coisa boa. Amadurecimento, lucidez, compaixão, gratidão, crescimento, humanização, desprendimento. E parece-me que as pessoas optam somente pelo aspecto estético, a cara que não está mais esticada, a barriga que aparece ‘em função da cerveja’, a papada, essas coisas. E creio que a idade tem me ajudado nisso, não simplesmente porque ela passa, mas porque no passar dela posso pensar nas coisas, como são, por que são, como melhorar.

Lembro-me de um professor da faculdade que sempre nos cobrava autoconfiança, e lembro-me que na época eu discordava dele. Ele nos dizia que se um dia estivéssemos em uma entrevista de emprego e nos fosse questionado se sabíamos tal assunto, que respondêssemos “sim”, claro que isso se realmente conhecêssemos, caso contrário não. Mas eu, como um ser exato e muito exigente, ficava pensando comigo “eu tenho idéia, sei uma parte, não o todo, então não posso responder sim, pois estarei mentindo”. Matemática e logicamente este raciocínio pode até estar certo, mas o que ele falava não estava nesse aspecto, mas sim no da confiança. O “sim” a que ele se referia não era com relação à exatidão, mas sim com relação a nossa capacidade de aprendermos isso. O “sim” era na verdade um “não conheço tudo, porém sei que sou altamente competente para aprender o necessário”. Continuaria sendo verdade, porém com um incentivo interno de confiança em nós mesmos.

Só sei que demorei a entender que aquilo não era uma mentira, mas sim um voto de confiança nosso em nós mesmos. Demorei, é verdade, porém me permiti aprender isso. É um exercício difícil, a ser feito diariamente. Em momentos podemos achar que é tudo besteira, que não passa de enganação, de ilusão.

Você por acaso já deixou de fazer algo por crer que não era capaz, até que um dia a vida ‘exigiu’ que fizesse isso, você foi lá, fez? E depois que fez veio aquele pensamento à mente “Mas por que eu não fiz isso antes, era tão simples? Por que eu não me permiti isso antes? Ah..... se eu soubesse teria feito antes”. Se sim, não terá feito nada de diferente de todas as pessoas, creio que todos já sentiram isso. Eu certamente já passei por muitas situações dessas, certamente passarei por novas. Parece que nos sentimos melhor não fazendo, do que arriscando. O risco é arriscado (sei da redundância), porém sem ele não saímos do lugar, não nos modificamos, não crescemos.

Eu disse que já passei por situações dessas, e sei que não tinha motivo para isso, e que mesmo assim farei novas vezes. Incoerência? Digamos que sim, mas disse isso porque sei que não é fácil assim nos livrarmos de toda uma educação, de uma cultura, de uma história. E em alguns momentos poderei deixar isso ser mais forte do que minha vontade, porém o que sei é que fico cada vez mais atento a estes momentos, e procuro minimizá-los ao máximo, pois certamente só terei ganhos com isso.

Mas Carlos, se eu arriscar a fazer algo, pode não dar certo. Eu sei, mas como me disseram há muito tempo atrás “o não você já tem”. Se não der certo, só terá ganho a certeza disso, caso contrário conviverá com a incerteza.

domingo, 24 de agosto de 2008

Da série "Das coisas que não entendo"

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Quem tem carro e já abasteceu certamente já percebeu que nos postos existem no mínimo duas bombas, uma com combustível normal e uma com combustível aditivado (excluam os maus postos, que possuem o gênero batizado).
Ao menos aqui é muito comum o frentista perguntar se não quero colocar a gasolina aditivada, dizendo que custa somente poucos centavos a mais por litro. Se o preço estiver 10 centavos a mais por litro, num tanque de 40 litros isso dará R$ 4,00 a mais na conta.
Certamente é um valor considerável (não devemos pensar em somente um tanque, mas sim ao longo do tempo).

Eu não sou expert em carros nem em combustível, no entanto sempre que perguntei para as pessoas (frentistas ou usuários do combustível) ouvi argumentos favoráveis, dizendo que esse combustível é mais econômico que os outros, que protege melhor as peças do motor, diminuindo o desgaste e consequentemente a necessidade de trocas e de manutenção, é mais econômico, polui menos, dentre as principais. Os benefícios seriam tantos que cobririam com folga o valor gasto a mais em cada reabastecimento.

E é nesse ponto que pergunto: "Se é tão bom assim, se gera economia, menor desgaste, polui menos, por que existe o outro?". Parece-me que comprar o combustível 'normal' é um ato de imbecilidade. O governo deveria proibir a venda do combustível 'normal' e passar a vender somente o aditivado, afinal de contas ele já é mais vantajoso que o 'normal', e ainda aumentando o consumo certamente o preço para produção diminuiria.

Ou tem mais propaganda do que efeito real neste combustível?

sábado, 23 de agosto de 2008

Da série "Das coisas que não entendo"

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Esta semana começou o programa humorístico "Horário eleitoral" (ao menos é como eu o considero), programa este é obrigatório por lei (nem questionarei isso numa democracia......).
Me referi como programa humorístico pois aparece cada pérola, cada slogan altamente imaginativo que somente rindo mesmo.
E para fazer juz ao nome deste artigo expressarei algumas coisas que realmente não consigo entender.

Os candidatos a vereadores possuem poucos segundos para 'defenderem' seus ideais e propostas, e mesmo assim ainda precisam gastar uma parte do tempo para dizer ".... junto com Fulano, número 99, como prefeito". Ou seja, parte do tempo todos tem que usar para dizer a mesma coisa.
E no pouco tempo que lhes resta o máximo que conseguem fazer é dizer o seu nome, sua função (o da farmácia, o do clube, a do hospital, o do asilo....) e que temos que parar com a mesmície, com os velhos políticos, e renovar a câmara dos vereadores.
Certamente o que falam NADA mudará para os eleitores, pois é impossível apresentar qualquer conteúdo neste tempo, e sem contar que todos falam a mesma coisa, e no meu conceito, quando todos falam a mesma coisa, nada é dito.

Enfim, temos um desperdício de dinheiro e de palavras, assim como um enchimento de saco alheio desnecessário.

E pelo pouco que me prestei a ver, infelizmente não vi nenhum candidato com as seguintes propostas:
- pela obrigatoriedade da jornada de 44h semanais, com registro de ponto
- pelo fim dos auxílio-qualquer-coisa
- pelo fim da verba para auxiliares (muitas vezes fonte de renda extra)
- pelo fim dos cargos por indicação
- pelo profissionalismo do vereador e das pessoas que trabalham no município
- pelo tratamento igual entre os vereadores e os demais trabalhadores
- pela retirada dos benefícios jurídicos
- pela extinção do tratamento respeitoso somente no oral (vossa excelência), substituindo pelo tratamento respeitoso no trato com os cidadãos

Ah, e também não entendo as pessoas que dizem que tenho que votar no menos pior. Como assim? Vejo isso como um despautério total.

Quer dizer então que se um dia uma pessoa tiver que escolher um namorado, um que bate somente da cintura para cima e outro que bate da cintura para baixo ela deve escolher o menos pior?

Não viaja Carlos, não é a mesma coisa. É a mesma coisa sim, a diferença é somente que uma atinge você diretamente, e a outra não, mas em ambas você optou por aquele que menos estrago faz. Eu sou do time que opta por votar em quem é sério, responsável, e que eu sei que não baterá. Escolher o menos pior para mim é um incentivo para as pessoas sempre serem ruins, pois se elas souberem que sempre o menos pior será eleito, para que ser bom? Basta eu não ser o pior.

Juízo nestas eleições.

Manipulação

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Tento imaginar o que leva pessoas a tentarem manipular os outros, a fazerem pensar coisas diferentes da realidade, a criar falsas esperanças nos outros. Doença? Se não é, certamente alguém vai inventar uma síndrome, dar o seu nome e então teremos criado um álibi para muitas pessoas. No entanto não creio nisso. Creio sim em atos pensados, e pensados por pessoas que não fizeram o melhor possível, e mesmo assim querem passar esta imagem aos outros.

E por que comecei falando isso? Nesta semana fui visitar uma amiga minha em seu novo apartamento (e a cada dia que passa as coisas ficam menores, acho que daqui alguns anos moraremos em casas de 10m2). O apartamento é legal, no entanto o que a construtora fez é que não achei legal. Ao ver a planta mobiliada do prédio reparei que no desenho, na sala, tinha uma mesa de 6 lugares (encostada na parede), mais dois sofás (de três e dois lugares) mais a televisão. Engraçado é que na sala real não cabe isso em hipótese nenhuma, sobrando o espaço desenhado na planta. E para caber tudo aquilo os móveis precisariam ser de casa de boneca, para crianças. Ah, mas abaixo da planta tinha a estupenda frase “sem escala”. Que brincadeira de mal gosto é essa? O cara faz o desenho todo da casa, e coloca os móveis sem escala e tudo certo? Por que alguém quer fazer isso? Atualmente é fácil fazer estes desenhos com os softwares que se tem no mercado, então por que não colocar o tamanho real, passando ao interessado a possibilidade real que ele terá? Ah, mas isso não vende, afinal, quem quer comprar uma sala onde não cabem as coisas? É melhor iludir e colocar a frase para me isentar de problemas legais.

Lamento, mas isso para mim é manipulação, sem contar que é uma comprovação de que o que eles fizeram não é bom o suficiente, então precisam de maquiagem para tornar melhor.

Este é um exemplo, porém tem o outro (vejam reportagem completa). A Rede Record está em ‘guerra’ com a Rede Globo, e o IBOPE é algo importante para ver quem está ‘ganhando’ esta guerra. Até aí sem problemas, são empresas comerciais, dependem do IBOPE para aumentar faturamento. Disputar mercado com outras empresas é o dever de qualquer uma. No entanto há um tempo atrás um programa da Record mostrou 2 gráficos comparando o IBOPE deles com o da Globo. Vejam:


No primeiro há uma comparação entre o jornal das duas emissoras, e podemos ver que a diferença estética é mínima, no entanto percentualmente fica em 35%. Tal gráfico somente pode ser verdadeiro caso o valor mínimo esteja bem inferior ao zero.

Já no segundo gráfico a diferença estética é muito grande, praticamente o dobro, sendo que percentualmente fica em 5%.Tal gráfico somente pode ser verdadeiro caso o valor mínimo esteja bem superior ao zero, na verdade próximo do 13.

Não tenho como negar que os gráficos podem ser verdadeiros, mas por que mudar tão bruscamente a escala? Por que utilizar dois pesos e duas medidas? Não tem escala certa ou escala errada, eles poderiam adotar qualquer escala, nem precisariam pegar a escala começando do zero. No entanto utilizar duas escalas completamente diferentes, para que os números deles sejam beneficiados é uma manipulação da informação, pois informação gráfica é muito mais rapidamente absorvida pelas pessoas, e com o pouco tempo de exibição desta imagem pouco poderíamos fazer para perceber tal manipulação.

Mas não vou apedrejar toda e qualquer forma de manipulação. Como tudo nessa vida, manipulação também é bom. Imagine um pai, que quer fazer o filho descobrir o valor de uma conquista, de um esforço, ou então adquirir um conhecimento novo. Ele pode criar todo um cenário, uma história e manipular (o termo politicamente correto seria guiar) o filho até que o filho descobrisse tudo, o que além de proporcionar conhecimento lhe proporcionaria autoconfiança. E isso pode ser feito com funcionários também, proporcionando que eles descubram as coisas, somente com nossa ajuda.

Ou seja, não há problema nenhum em manipular os outros. O problema está no motivo pelo qual fazemos isso. Manipular para conseguirmos vantagens é bem diferente de manipular para proporcionarmos crescimento aos outros.
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quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Mensagem do U2

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