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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Que pais é este?
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Esta “não” é uma obra de ficção
Em toda novela, sempre aparece um texto, similar ao abaixo:
Essa é uma obra de ficção. Qualquer semelhança com nomes, datas e acontecimentos reais terá sido mera coincidência.
Na novela Caminho das Índias havia uma família onde os pais incentivavam o filho a bater, zoar os outros, tirar uma onda. A cada absurdo que o filho fazia os pais falavam “boa filhão”. E o adolescente adorava, afinal, é o sonho de qualquer filho ser aprovado pelos pais.
Este foi um assunto muito interessante tratado lá, na obra de ficção. Porém infelizmente a ficção era somente a obra, e não o que era retratado nela. Hoje pela manhã ligo o jornal e vejo uma briga de adolescentes, onde a mãe de uma delas incentiva a filha a brigar. Vejam o vídeo abaixo, e a reportagem aqui.
No vídeo, a menina que fica por baixo quando está ocorrendo a briga é a de camiseta branca com mangas azuis. Pelo video também percebemos que a garota que “puxou” briga foi a mesma. E no depoimento da mãe, ela diz que “…mas acho que qualquer mãe, qualquer pai, visse a filha no chão, por baixo…”. Bom, pelas imagens a menina que estava por baixo era a mesma que começou a briga.
Depois a mãe fala que se o filho apanhar na rua, depois apanharia em casa. Fantástico o pensamento, fico altamente crente que nossa sociedade evoluirá, que alcançará um nível mais elevado, onde o respeito seja a palavra de ordem, onde a agressão seja somente páginas de livros de história. clap* clap* clap* clap* clap* para esta cidadã exemplar.
Certamente estou sendo muito irônico. Será que a pessoa que gerou a menina tem uma leve idéia do que é educação? Do que é respeito? Do que é civilidade? Do que é respeito às divergências? Do que é diálogo? E como responsabilizar a menina, se dentro de casa ela aprende isso? Se a mãe incentiva a briga, proíbe os outros de apartarem. E ainda diz “mete o pé que nem eu te ensinei”. Belíssimo ensinamento. Agora, qualquer coisa que contrarie a filha, basta ir lá, meter o pé e saber que tem o pai e a mãe acobertando e incentivando.
E pensar que a mãe trabalha em uma escola. Que ensinamentos ela ensina aos estudantes?
Pois é, esta é a nossa realidade. Estas são as pessoas com as quais convivemos, com as quais nosso país é feito. Pessoas que não se empenham em aprender, em compreender, em respeitar, em dialogar. Pessoas que creem que estão acima do bem e do mal, que a lei que deve ser seguida não é a do amor, mas sim a da selva. E depois a culpa de tudo é somente dos politicos…
Quem dera a nossa realidade pudesse ter o desfecho da novela, com o adolescente punido, sendo obrigado a fazer trabalhos comunitários, e gostando de fazer isso, vendo que pode ser feliz ajudando aos demais.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Qual o nosso futuro mediante isso?
Cobrar ações corretas, punir comportamentos inadequados, dizer não, colocar de castigo e dar exemplos positivos é algo que eles não possuem a menor intenção.
Esta semana me deparei com mais uma dessas situações proporcionadas por estes 'fantásticos' pais. Uma criança quebrou algo do prédio onde mora, e quando o pai foi interpelado preferiu dizer que isso era coisa de criança, uma traquinagem. Imagino que ele deva imaginar que isso é normal, e por isso nada precisa ser dito ao filho.
Quando é que essa criança aprenderá responsabilidade, convívio social, limites? Se o pai acoberta isso, quem será capaz de segurar esta criança? De imediato creio que ninguém, mas no futuro certamente a polícia terá condições de fazer isso, porém de um modo muito mais doloroso para todos.
Eu me pergunto qual será o nosso futuro mediante isso? Se criaremos cada vez mais uma geração de pessoas que não conhecem limites, bom senso - eita termo cafona, brega esse né? , respeito ao próximo, cidadania, responsabilidade, empatia.
O que imagino é cada vez mais pessoas isoladas em suas casas, sem nada de lazer ou diversão para a comunidade, pois se algo que é para todos é destruído por alguém, e nada pode ser feito contra pois isso é normal, por que quem não faz isso se sentirá motivado para ajudar a manter? Não faz sentido. Então cada vez mais evitaremos lugares públicos já que lá nada pode ser feito, e nos limitaremos aos domínios de nossa residência pois ao menos por enquanto lá dentro podemos impor os limites necessários.
Cada vez pessoas mais isoladas, mundos compostos somente por uma única família.
O que fazer? Infelizmente não temos muito o que fazer em termos legais pois nosso país protege os infratores, no entanto creio que os que possuem um pouco desta consciência devam divulgar isso de todas as formas, à todas as pessoas com quem se relacionarem. Infelizmente muitas pessoas somente replicam o que vêem outras fazendo, então se preferem copiar que copiem bons exemplos.
E mais do que falar coisas certas é necessário fazer coisas certas. Nada daquele discurso de "faça o que eu digo mas não faça o que eu faço". Isso não funciona, e funciona menos ainda com crianças.
Deixo vocês com este vídeo que demonstra exatamente o poder do exemplo.
sábado, 8 de dezembro de 2007
Antes idiota que infeliz!
Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos ‘personal dance’, incrível. E não é só sexo não, se fosse, era resolvido fácil, alguém duvida?
Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho sem necessariamente ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico, fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão ‘apenas’ dormir abraçados, sabe essas coisas simples que perdemos nessa marcha de uma evolução cega. Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção.
Tornamo-nos máquinas e agora estamos desesperados por não saber como voltar a ‘sentir’, só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós.
Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada no site de relacionamentos ORKUT, o número que comunidades como: ‘Quero um amor pra vida toda!’, ‘Eu sou pra casar!’ até a desesperançada ‘Nasci pra ser sozinho!’ Unindo milhares ou melhor milhões de solitários em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis.
Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento e estamos a cada dia mais belos e mais sozinhos. Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário, pra chegar a escrever essas bobagens (mais que verdadeiras) é preciso encarar os fantasmas e aceitar essa verdade de cara limpa.
Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia é feio, démodé, brega.
Alô gente! Felicidade, amor, todas essas emoções nos fazem parecer ridículos, abobalhados, e daí?
Seja ridículo, não seja frustrado, ‘pague mico’, saia gritando e falando bobagens, você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta mais (estou muito brega!), aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso à dois.
Quem disse que ser adulto é ser ranzinza, um ditado tibetano diz que se um problema é grande demais, não pense nele e se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele. Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo ou uma advogada de sucesso que adora rir de si mesma por ser estabanada; o que realmente não dá é continuarmos achando que viver é out, que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo ou que eu não posso me aventurar a dizer pra alguém: ‘vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida’.
Recebi por email, e não consegui comprovar a autoria. Se alguém souber por favor me informe.
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
Parábola da família
As pessoas podiam confiar umas nas outras, contar umas com as outras.
Com o tempo a família passou a crescer, e o casal teve mais filhos, os quais foram crescendo e aprendendo sobre a vida, tanto com os pais quanto com os irmãos e a sociedade.
E no começo desta família, um dos filhos notou que a torneira da área de serviço estava com problema e ficava pingando o tempo todo. Ele, mesmo pequeno e sem a devida formação dos pais, sabia que aquilo, apesar de pequeno, era constante, e em função disso geraria uma despesa muito grande, porém esta seria encoberta pelos outros gastos da água. Certamente ele avisou ao pai, porém o pai (com sua maior sabedoria) alegou que não era hora de resolver aquilo, pois tinham outros problemas para resolver. O filho então ficou quieto, porém ainda preocupado.
Os primeiros filhos foram crescendo e além de fazer os afazeres referentes à sua idade (estudar, ajudar os pais, etc) também gostavam de brincar, andar de bicicleta, jogar futebol, videogame, passear, ler. E por alguns anos essa era a vida desta feliz família. Os filhos adoravam os pais, estavam crescendo, aprendendo responsabilidade e também se socializando, se divertindo, aprendendo por outros meios, conhecendo novas crianças e aprendendo outras formas de se ver as coisas.
Mas como disse inicialmente, esta família foi crescendo. Filhos nasceram e os pais agora tinham vários filhos para cuidar, dar alimento, educação, carinho, atenção, dar duras, ser severo, enfim, as tarefas inerentes de pais responsáveis.
Como havia muitos filhos eles ficaram sem saber o que fazer, pois tinham pouco tempo para fazer tudo o que era necessário, então começaram a conversar com outros pais com situação semelhante para ver como eles resolviam este problema. Após conhecerem a forma que a maioria dos pais utilizava resolveram colocar em prática, sem perguntar aos filhos como eles se sentiriam com isso. Talvez por achar que eles, sendo mais experientes certamente estariam certos, e que crianças não devem ser ouvidas, afinal, são só crianças.
Então começaram as ações. Os pais sabiam que não seria possível conversar com todas as crianças, ver o problema de cada um, então para facilitar o próprio gerenciamento estabeleceram regras.
Era dever de um filho ir ao mercado fazer compras para ajudar aos pais, e eles faziam isso com tranqüilidade. Porém passou a ser de responsabilidade do filho que ia ao mercado fazer a previsão de gastos e pegar este dinheiro com os pais para efetuar a compra. Porém se o valor pego fosse inferior ao valor necessário para trazer a compra que a família necessitava o filho deveria pegar da sua mesada o dinheiro restante, e após retornar do mercado com todas as compras, deveria apresentar aos pais a nota fiscal com tudo o que foi comprado. Os pais, então, livres da responsabilidade de elaborar a lista passaram a verificar tudo o que foi comprado, para ver se os filhos não os estariam enganando comprando uma bala ou coisa assim. Estando tudo certo então eles avisariam o filho que o dinheiro da mesada que o filho utilizou seria devolvido em umas duas semanas, após os pais conseguirem se programar para retirarem o dinheiro do banco para tal ação.
Como eu sou um mero contador da estória desta família não sei como o filho passou a se sentir após esta ação.
Um dos filhos do casal, para ajudar no rendimento da família, passava muitos dias fora de casa vendendo balas, e para isso era necessário pegar condução para chegar até aos clientes. E ele sempre fez isso, buscando sempre o menor custo, pois isso traria a família um rendimento melhor. Os pais, sábios, aprenderam que reduzir custos aumenta o lucro, então vendo que as despesas com a condução eram consideráveis resolveu estipular um valor máximo ao filho, e caso ele passasse desse valor o excedente deveria sair de sua mesada. Isso independente se o filho estava fazendo o máximo de economia no transporte ou não, e também não levando em consideração se um custo maior no transporte não significava um ganho maior nas vendas. Simplesmente haveria um teto, e ponto final.
Como eu sou um mero contador da estória desta família não sei como o filho passou a se sentir após esta ação.
Outro filho, após completar a maioridade passou a fazer serviços para a mãe, sendo responsável por pegar e entregar os itens que a mãe precisava para o seu negócio. Juntamente com esta função ganhou a responsabilidade de cuidar do carro, abastecer, cuidar da manutenção, da conservação, ser prudente para não levar multas, enfim, tudo o que um motorista precisa fazer. Até aí tudo perfeito, pois como responsável que esta pessoa é isso é tudo característica inerente a sua função. Porém um dia ele perguntou para a mãe dele se por acaso ele sofresse um acidente por causa do trabalho, se a sua mãe arcaria com os custos, e qual não foi a sua surpresa ao saber que não, e que nem um seguro para protegê-lo durante o seu exercício a sua mãe pagaria. Se quisesse teria que ser do seu bolso.
Como eu sou um mero contador da estória desta família não sei como o filho passou a se sentir após esta ação.
Enquanto tudo isso ocorria, o filho ainda continuava falando ao pai sobre a torneira pingando. Mas agora a resposta já era diferente. O pai, já altamente instruído, pediu para o filho fazer um levantamento do custo para resolver este problema, verificar o ROI, definir a prioridade e colocar em uma linda planilha para que o pai um dia pudesse analisar isso e então definir quando a ação seria feita. Enquanto isso a torneira pingando....
Junto ao crescimento da família a tecnologia foi mudando, e agora os filhos tinham muitos atrativos. TV, internet, videogame, por exemplo. E cada filho gostava mais de uma coisa. Um brincava muito com vídeo-game, o outro ficava navegando na internet, outro vendo TV. Tinha filho que não gostava disso, e preferia ficar lendo, ou então passeando. Os pais, que agora já não tinham tempo para ver os problemas dos filhos começavam a calcular o tempo gasto em cada uma dessas atividades, e acharam um absurdo o desperdício de tempo. Porém, eles esqueceram que todos os filhos continuavam a fazer suas lições de casa, estudando, indo bem na escola, ou então os que já trabalhavam, exercendo seu serviço com qualidade e comprometimento. E em função deste esquecimento eles tiveram que disciplinar os filhos, que agora estavam abusando de tudo e querendo prejudicar os próprios pais.
O que fizeram então: bloquearam a internet, TV, videogame, bicicleta, passeios, leitura; nos dias de semana durante a manhã e tarde, pois neste horário eles teriam que; ou ganhar dinheiro, ou então ficarem estudando para amanhã ganharem mais dinheiro.
Agora nenhum filho mais poderia se distrair em nenhuma atividade, todos tinham que estar sempre produzindo algo. Mesmo conversa entre eles não era bem vista, pois isso não estaria gerando nenhum benefício para a família.
Porém tinha filho que precisava da internet para fazer pesquisa para a escola, mas é claro que os pais não eram tão maus assim. Eles liberariam a internet para este filho, porém ele deveria provar aos pais a real necessidade de utilização, já que ele poderia utilizar para se distrair.
Agora você acha que os pais não deixavam em hipótese nenhuma os filhos conversarem? Claro que não, afinal, eles queriam o melhor para os filhos. No entanto os filhos precisariam comunicar tal intenção a eles para que os pais pudessem analisar e dizer se poderiam ou não conversar. Claro que essa decisão demorava também, pois como agora eles eram pessoas com muitos compromissos raramente eles ficavam em casa, então nos poucos momentos em que eles tinham tempo para os filhos eles verificavam isso.
Quando tomaram esta decisão eles se esqueceram de ver se os filhos deixavam de fazer seus afazeres, e mesmo que um ou outro abusava, como ocorria, preferiram adotar a inteligentíssima (imagino que deve ser, pois quase tudo mundo faz assim) política do nivelar por baixo e reduzir problemas de gerenciamento. Ao invés de adotarem uma política de dar direito aos filhos que faziam o correto uso do lazer e conversarem com os que, por hora ou outra, abusavam do lazer para descobrir o motivo pelo qual eles faziam isso, e em caso necessário, retirar momentaneamente este direito, o nivelamento por baixo economizou tempo deles, que agora não precisavam mais se dedicar aos filhos, já que estava tudo em regras claras e comuns.
Como eu sou um mero contador da estória desta família não sei como os filhos passaram a se sentir após esta ação.
E a torneira pingando...
Os pais, como conversaram com outros pais, perceberam que as pessoas são muito desonestas, e que se sentirem alguma oportunidade certamente aproveitarão, sem dó nem piedade. Os pais, agora avisados deste imenso perigo também tiraram toda a autonomia dos filhos. Agora qualquer decisão deveria ser comunicada a eles, e sem o aval dos pais nada mais poderia ser feito. Claro, imagine se os filhos pudessem tomar decisões, o que eles fariam? Certamente destruiriam a casa onde moram, acabariam com todo o estoque de alimentos e com toda a mobília. Então vigilância era necessária, e câmeras foram instaladas para que os filhos não fizessem nada de errado. Vigiar é preciso!
E apesar de tudo isso ainda tinham filhos que ousavam expor seus argumentos, seus pontos de vista, mostrar que as coisas não estavam boas. Que algo de diferente poderia ser feito. Em vão. A princípio os pais foram acometidos pela cegueira da multidão, da massificação, do certo por maioria. Nenhum argumento era sequer ouvido com seriedade. Então os pais começaram a ver estes filhos como ameaças ao seu poder (autoridade eles já não tinham faz tempo) e a se preocupar em o que fazer com estes filhos. Era inconcebível que pessoas geradas por elas tinham posturas diferentes, acreditavam em algo diferente, em algo que trouxesse novamente a felicidade que aquela família tinha há anos atrás, onde os filhos diziam aos quatro ventos como aquela família era fantástica e ele adorava fazer parte dela. E estes filhos sabiam que retornar a este nível de felicidade não implicaria em ser novamente pobre como antigamente, nem impediria a família de acumular mais riqueza, mas que ainda poderiam crescer sim, porém com desenvolvimento, com humanidade, com respeito.
Mas os pais já não acreditavam nisso. As outras famílias não faziam isso, então por que ser diferente? Por que querer fazer algo fora do padrão?
E os filhos agora ‘problemáticos’? O que fazer com eles? Expulsar os filhos de casa não era possível, então era preciso pensar em outra tática. E se ao invés de expulsar, criassem um clima que fizesse com que estes filhos tomassem a atitude de sair. Mas é claro, que sacada fantástica!!! Assim os pais não poderiam ser responsabilizados por isso, já que a decisão seria dos filhos. E assim fizeram, e vários filhos saíram de casa.
Como eu sou um mero contador da estória desta família não sei como os filhos passaram a se sentir após esta ação.
Opa, e a torneira pingando? O filho, cansado de falar, um dia aproveitando uma reforma que estava sendo feita na área de serviço tomou iniciativa. Pegou um dinheiro do pai e comprou uma nova torneira, que teve um pequeno custo, e ele mesmo instalou a nova torneira, cessando imediatamente aquele desperdício de água que perdurava por vários anos. O filho ficou muito contente com solução do problema. Finalmente aquele desperdício foi eliminado, e em pouco tempo o valor gasto na torneira seria economizado. E os pais? Perguntaram pro filho porque ele não foi avisado sobre esta ação, pois eles precisariam aprovar tal ato.
Como eu sou um mero contador da estória desta família não sei como o filho passou a se sentir após esta ação."