Sobre este blog

Este nome é facilmente interpretado como 'Mundo Idiota', o que não deixa de ser, visto que atualmente vivemos em um mundo do TER e pior, do PARECER TER / SER, enquanto o que devemos valorizar é o SER. Mas o nome tem outro motivo. Uma pessoa que defende sua pátria é chamado de patriota, numa analogia a pessoa que defende o mundo seria o MUNDIOTA.
 

domingo, 13 de julho de 2008

Educação pela TV

1 comentários até o momento. Que tal deixar o seu?

Tenho me questionado se a televisão nos educa, ou se nos passa bons valores. E quando se conversa com alguém sobre esse assunto, é senso comum (popular 'carne de vaca') escutar que na TV só tem porcaria, que não tem coisa que presta, que só mostra desgraça, sexo, violência. E as pessoas falam isso com uma rapidez incrível, e com um tom de voz que parece que já foi feita uma séria análise sobre o assunto. Com ares de expert.

Mas sempre me incomodou um pouco essa postura. Parece-me que a TV que vejo é diferente da TV que todos os outros vêem. E por que digo isso? Vejo na TV muita coisa boa, muita demonstração de valores, atitudes positivas, bons exemplos. E nunca vejo ninguém falar nisso.

Posso dar alguns exemplos. Hoje (13/07/2008) foi exibido o filme Robôs (recomendo que vejam), que efeitos à parte, é um lindíssimo filme pelas coisas que passa. É feito um trabalho muito bom com relação aos sonhos, para nunca desistirmos dos nossos, irmos à luta, e também sobre valores, os verdadeiros. Mostra uma família simples, mas que, no entanto sempre educaram o filho com os verdadeiros valores, e no final do filme, o filho diz ao pai "Sei que você não pôde me dar tudo, mas me deu o mais importante. Você sempre acreditou em mim". E o filme também faz uma crítica árdua com relação ao nosso capitalismo e sociedade da imagem, onde o 'mais importante' é sempre estar esteticamente bem, e se você não estiver na moda é descartado e tratado como lixo. E o slogan que o empresário criou para mostrar essa cultura foi "Por que ser você, se você pode ser novo?". Vejo este caso como um belo exemplo de boa influência que a TV pode fazer.

Tem um seriado já antigo, o Família Dinossauros, que apesar de ter um tom humorístico apresenta uma crítica social muito grande e bem elaborada, mostrando muito bem questões como valores, responsabilidade, sociedade. Será que as pessoas vêem este seriado neste ângulo? Ou somente o usam para se divertir?

E no programa da Eliana (Tudo é possível), onde tem um quadro onde uns 'malucos' apresentam vários experimentos científicos de um modo divertido, mostrando e instruindo as pessoas?

E fora programas ou filmes específicos, mesmo nas novelas, que são tão mal faladas, vejo inúmeros exemplos de boas posturas, ações. Vejo campanhas contra drogas, conscientização sobre gravidez, AIDS, responsabilidade ambiental, programas de saúde, esclarecimento sobre doenças, campanhas contra descriminalização, etc. E vejo as pessoas somente falando que novela é só sexo e baixaria.

Será que minha TV é diferente? Creio que não. O que imagino é que as pessoas procuram álibis para seus defeitos e fraquezas (Como se somente elas possuíssem defeitos ou fraquezas. Falarei baixinho uma coisa estarrecedora: todos possuem defeitos e fraquezas, a rainha da Inglaterra, o Papa, Bill Gates, Gisele Bündchen). Se faço algo errado, a culpa é da TV. É mais fácil do que falar que eu agi errado em um assunto. Se eu trato as pessoas como produtos, a culpa é da TV que mostra isso. Como se ela fosse culpada. Por que isso? Por que as pessoas preferem procurar álibis, abrirem mão da rédea da própria vida e optam por serem espectadores, ao invés de serem os atores de suas próprias vidas? Pode ser mais cômodo, num primeiro momento, mas será que trará felicidade? Será que propiciará a nós o verdadeiro crescimento?

Eu me "incluo dentro" da relação das pessoas que possuem a tendência de procurar responsáveis pelos nossos atos fora de nós mesmos (não sei se algum antropólogo ou sociólogo podem me afirmar se isso é uma característica nata do ser humano), no entanto esforço-me para detectar quando estou tentando tirar a minha responsabilidade sobre meus atos e minhas decisões, e cada vez mais tornar-me ator de minha vida. Isso é importante, isso é o que nos ajudará a nos desenvolvermos, sermos pessoas melhores, mais humanas, com acertos e erros. Álibi somente interessa aos culpados.

sábado, 12 de julho de 2008

Espírito de Injustiça

3 comentários até o momento. Que tal deixar o seu?

Tem um programa que passa toda madrugada, onde aparecem 'depoimentos' de pessoas sobre como a vida deles mudaram radicalmente após eles entrarem para o grupo religioso, este que financia o programa. E nesta madrugada pude acompanhar um destes 'depoimentos'. Abaixo relatarei o 'depoimento'.

É uma senhora, entre 30 e 40 anos, aproximadamente, contando de como era sua vida antes, sofrida. Ela tinha 2 filhos, pequenos na época, e por causa da falta de dinheiro e das dificuldades ela chegou a deixar os filhos no quintal, no fundo da casa, para que eles não escutassem vendedores de sorvete, Yakult, essas coisas passarem na rua e pedirem para ela comprar, já que não teria dinheiro. Ela costumava visitar a sua mãe, e saía com o dinheiro contado para as passagens somente, não tinha dinheiro para mais nada. Era uma vida de muito sacrifício. O marido, segundo ela, é uma boa pessoa, trabalhadora, no entanto só conseguia subempregos, nada efetivo. Ela ia a igreja regularmente, cria em Deus, mas a vida dela não estava boa. Ela se questionava, pois "o Senhor é meu pastor, e nada me faltará", e para ela faltava, mesmo ela crendo nEle e freqüentando o igreja.


Até que um dia, alguns anos mais tarde, o seu filho mais velho falou para ela de outra igreja, em função dos depoimentos que ele viu na TV (só não me perguntem como ele viu, pois o programa passa só de madrugada, o menino tinha uns 12 anos, e a julgar pela situação da família ele não devia ter uma TV em seu quarto) falou para a mãe dele, que resolveu ir até esta igreja.


E foi lá que ela descobriu o que estava atrapalhando a vida dela e da família. Eles estavam com o espírito da injustiça (no entanto ela não explicou o que seria este espírito, tampouco como adquiriu, nem como o pessoal de lá diagnosticou isso e muito menos como eles removeram este espírito). E então eis que um milagre aconteceu. Eliminado este espírito a vida dela mudou. Agora eles possuem 4 (quatro) empresas, isso mesmo, são donos de 4 empresas (vejo pessoas donas de uma e com um imenso trabalho para gerenciar e eles com quatro), possuem uma maravilhosa casa, com piscina (ok, piscina tudo bem), salão de jogos (coisa rara) e quadras (é um clube de campo?). Possuem carros importados, e um apartamento na praia. Ah, e os filhos também possuem apartamentos.


O 'depoimento' acaba aí. Não sei por que, mas eu ao ouvir tal 'depoimento' logo me lembro do ditado popular 'Quando a esmola é de mais, o santo desconfia'. Não entendo como alguém que não tem nem dinheiro para um sorvete, em pouco tempo consegue construir um império de 4 empresas. Que eu saiba criar e manter uma empresa é um custo altíssimo, e sem contar que no começo exige muita dedicação e esforço pessoal. Se 1 empresa já toma muito tempo e esforço, 4 então..... Fico também me imaginando como existem bobos nesse mundo. É tão simples passar a ter uma vida farta, glamorosa, com casas lindíssimas, carros importados, e ainda existem pessoas que não vão a esta igreja. São realmente uns idiotas. Preferem ficar com o espírito da injustiça ao invés de terem a vida que merecem. Tolos.

E quem sabe alguém do governo tenha visto este 'depoimento' também, pois nos auxiliará em muito, afinal ao invés de gastarem milhões em programas de treinamento e capacitação profissional, construção de casas populares, auxílios isso-e-aquilo, é só mandar todo mundo para lá retirarem seus espíritos de injustiça que rapidamente nos tornaremos a maior potência deste planeta.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Vias rápidas?

1 comentários até o momento. Que tal deixar o seu?

Quando se estuda para tirar carta de motorista aprendemos que existem vários tipos de vias, cada qual com um limite máximo de velocidade. E uma das vias é a 'Via rápida', cujo limite de velocidade é maior do que as demais.

E o que é essa via rápida? É uma via com o intuito de fazer o transito fluir mais rapidamente, pois não têm paradas como os outros tipos de vias, cruzamentos em excesso, essas coisas. É como se fosse uma estrada. Então isso é bom, não é? Eu respondo sim e não.

E o sim ou não depende somente de um fator: a quantidade de carros. Se existem poucos carros no transito esse tipo de via é uma maravilha, pois conseguimos nos deslocar rapidamente de um lugar para outro, porém se existem muitos carros a via rápida torna-se 'via lenta e geradora de reféns'. Explico. O excesso de carros fará com que o trânsito rapidamente ocupe todas as pistas, e as entradas e saídas desta via se obstruem. E os caminhos alternativos tornam-se mais rápidos, pois é possível seguir mais de um caminho no caso de um estar com um trânsito maior, enquanto que nas vias rápidas você torna-se refém da pista, pois se quiser sair e ir para outras ruas com menos trânsito isso se torna quase impossível, pois a via foi construída de modo a minimizar esses cruzamentos. Então se você ficar preso numa via dessa, não terá muito o que fazer a não ser ficar esperando por muito e muito tempo até conseguir sair para as vias não rápidas.

Hoje me questiono se essas vias não deveriam sumir, deixando somente as ruas normais, com suas infinitas possibilidades de caminho, ao invés de um único. E digo isso analisando a minha cidade, que possui três grandes vias de acesso 'rápido', que somente são rápidos quando não se tem muitos carros, nos horários de maior movimento elas tornam-se lentas. Recentemente fiquei preso vários minutos (o que para essa cidade certamente é muito) em uma via rápida, vendo o sinal abrir e fechar e eu não conseguir ultrapassá-lo. E eu sabia que uma rua abaixo eu poderia seguir o meu caminho tranqüilamente, no entanto a via rápida não me possibilitava ir até esta rua. E eu, e várias outras pessoas, tivemos que ficar na via rápida, gastando tempo e gasolina.

Será esta a morte das vias rápidas?


sábado, 5 de julho de 2008

Da série "Das coisas que não entendo"

6 comentários até o momento. Que tal deixar o seu?
Almoçando hoje eis que me deparo com uma propaganda de uma empresa de sorvetes, a qual me chamou muito a atenção.

"Kibon que no Brasil é verão o ano inteiro.
Novos sabores de inverno"

Pára tudo que eu quero descer. Entendi corretamente????? Eles comemoram que no Brasil é verão o ano tudo, e lança sabores de sorvete para o inverno? Para que?

Será que o criador da propaganda a releu antes de mandar fazer os impressos?


sexta-feira, 4 de julho de 2008

A revanche do cliente de telemarketing

3 comentários até o momento. Que tal deixar o seu?


A situação narrada certamente é muito hilária, e com certeza deu vontade em você de fazer o mesmo quando for abordado por alguém de telemarketing.

Apesar disso soar como falta de educação contra os profissionais desta área, tento ver isso como um excelente exercício de empatia, pois estaríamos mostrando à eles como nós nos sentimos quando abordados por eles, ou então quando necessitamos de um suporte. Infelizmente esse é um retrato muito bem feito da nossa realidade, e quem sabe se muitos começarem a ver o nosso lado, isso possa mudar um pouco, e já que não temos como nos proteger deles, talvez proporcionar-lhes um pouco do resultado das suas ações já possa ser um modo de mudar algo.

Internet

1 comentários até o momento. Que tal deixar o seu?

Temos serviços que são considerados essenciais hoje em dia, como água, esgoto, energia, coleta de lixo, transporte. São serviços que necessitam estar o tempo todo disponível, pois sua ausência provoca grande perda à população. Imaginem só ficarmos sem energia, ou ficarmos sem água. Não digo que é impossível viver sem estes serviços, no entanto sua ausência, mesmo que temporária, trará grande prejuízo às pessoas e a sociedade.


E tem outro serviço que também se tornou indispensável nos dias atuais: a internet. E hoje ocorreu um imenso problema aqui no estado de SP – e devido à falta de informações não consigo ter uma idéia do real tamanho – e que deixou muitas pessoas e empresas sem internet. Bancos não abriram, pois não tinham como se comunicar com os sistemas das centrais, delegacias não puderam registrar os ocorridos ou então pesquisar se uma pessoa era criminosa ou não. Aqui na minha cidade o Poupatempo não funcionou, afinal, os sistemas precisam de conexão.


Como disse no meu perfil, eu trabalho com internet, numa empresa cujo foco é esse. Imaginem então o prejuízo que isso acarreta. Não só não conseguimos acessar as informações necessárias, os nossos sistemas, como também qualquer possibilidade de pesquisa para os trabalhos internos é extinta. A comunicação também fica complicada, além de tornar-se cara em alguns aspectos. Os emails deixaram de existir, e se for vital que entreguemos algo a algum cliente precisaríamos ir até o cliente ou então buscar outro tipo de conexão que não dependa da empresa Telefonica. E em todos os casos o custo torna-se mais alto, não só financeiramente, mas em termos de relacionamento com o cliente, pois isso pode gerar estresse.


E as lan houses? Como ficam? O ganha-pão delas baseia-se na internet. Sem isso elas simplesmente não faturam. E quem pagará este prejuízo? O dia delas não tem recuperação, pois o que elas vendem é o tempo. E os prejuízos causados pela impossibilidade de se pagar contas nos bancos? Como ficará a negociação para evitar pagar multa, visto que a pessoa não teve condições de pagar no dia? Sei que a pessoa provavelmente não pagará a multa, mas o transtorno que ela terá, pois terá que ligar para o credor, ir até a empresa e pagar. Tudo isso consumirá tempo e dinheiro.


Fico perplexo por ver a dependência de um estado (inclusive com os serviços públicos) para com uma empresa. Um problema em uma empresa, e o estado mais rico do país fica sem comunicação. Tudo trava, tudo pára. Será que nenhuma autoridade sabia de tal dependência? Com a atual importância da comunicação, o estado não deveria ter uma estrutura própria, além de um plano de contingência para o caso de problema na estrutura principal?


Se nosso governo depende de uma empresa, e sem esta empresa ele fica parado, será que o preço pago é o justo? Afinal, se não pagar o que a empresa quer, não terá comunicação. Não consigo imaginar um estado tornando-se refém de uma empresa. E não consigo aceitar um estado sem um plano de contingência. Muito menos uma estrutura tão vulnerável, onde um problema em um único ponto afeta a vida de milhões de pessoas.


Parece que nada aprendemos com Aquiles, aquele do calcanhar. Somos capazes de coisas incríveis, televisão no celular, homens na lua, robôs fora do sistema solar, mapeamento do DNA, nano robôs, mas somos incapazes de pensar em plano de contingência não.


quarta-feira, 2 de julho de 2008

Lei Seca

4 comentários até o momento. Que tal deixar o seu?
Muito se tem falado da ‘Lei seca’ que passou a vigorar recentemente neste país. E esta nova lei proíbe – sob pena de multa e/ou prisão – que pessoas que tenham ingerido álcool dirijam. E aí já está um equívoco do nome da lei, que ela não proíbe que as pessoas bebam, mas sim que não dirijam após optarem por beber, e coloquei optar mesmo, pois ninguém bebe se não quiser.

Mas voltando a lei, vejo muitos comentários de pessoas criticando ou elogiando a lei. Vi argumentos de pessoas que bebem dizerem que isso ofende o direito delas de beberem ou não, e que isso é anticonstitucional, que o Estado não pode tirar o livre arbítrio delas. Concordo com a segunda parte, que o Estado não pode retirar nosso livre arbítrio, no entanto discordo quando dizem que o Estado não pode proibi-las de beber, já que a lei não aplica nenhuma restrição quanto à ingestão de bebidas alcoólicas. Tanto que se pode vender bebida nos mercados e bares normalmente.

Muitos comentários criticando esta lei são de pessoas que dizem que sabem qual é o seu limite, que não passam do limite, e agora nem isso poderão. Concordo que há pessoas e pessoas, há pessoas que sabem o limite para beber antes de perderem por total (parcialmente sempre se perde) seu auto-controle, e pessoas que não possuem essa capacidade, e bebem demais. No entanto, para os dois tipos de pessoas uma coisa é certa: todas perdem capacidade de atenção, de perigo, de distância, tornam-se mais corajosas, mais destemidas. Isso independente da quantidade de bebida consumida. A perda sempre ocorre. E se ocorre perda destas capacidades, tão fundamentais para dar o máximo de segurança possível ao motorista, qual a razão para permitir que eles dirijam, expondo-se à risco (o que eu até não me importo muito, pois isso é uma decisão pessoal, e se morrerem somente eles serão prejudicados) e o pior, exponham a vida de muitas outras pessoas ao mesmo risco, pessoas estas que nada tem a ver com a bebida alheia?

Parece-me que é este o ponto que está sendo esquecido na discussão. O carro é um meio de transporte sim, no entanto ele possui um poder destruidor muito grande, se mal utilizado. E o álcool utilizado fora do tanque de combustível é um potencializador deste poder. Eliminar este fator é uma atitude consciente, principalmente.

Não consigo imaginar como pessoas defendam o fim desta lei, sem terem uma postura egoísta. Creio que quem quer beber e dirigir depois não tenha a menor preocupação com o próximo. Se famílias forem destruídas por causa deles, tudo bem. Se eles morrerem, também.

Estes são os custos humanos, mas tem os custos financeiros também. Pessoas alcoolizadas provocam mais acidentes, o que gera uma necessidade de atendimento, deslocamento de ambulâncias, bombeiros, custos públicos com hospital, tratamentos psicológicos para as vítimas, tratamentos fisioterápicos, reconstrução de postes, viadutos, enfim, tudo que de material possa ser afetado ou necessário para restabelecimento dos estragos. Até o seguro fica mais caro para a faixa etária que bebe com maior afinco (mesmo para os obstêmios). E quem paga o custo disso? O bonitinho que pagou pela bebida, ou o resto da sociedade? Os que não dirigem após beber atualmente pagam pelos custos gerados de quem teve esta postura.

É preciso entender que as pessoas podem sim fazer o que quiserem da vida delas, mas SÓ delas. Se uma atitude dela puder afetar outras pessoas, ela já perde este direito. Vivemos em comunidade, temos vida em comum com muitas pessoas, o que eu faço ou deixo de fazer reflete nas outras pessoas. Atitudes inconseqüentes minhas afetam outras pessoas.

Defendo veementemente o direito das pessoas tomarem as suas próprias decisões, mas isso tem que estar de acordo com o comum. Tomar atitudes egoístas e se esconder atrás da legislação de que somos livres é uma atitude imatura.

E não se esqueçam que a lei, apesar do título de Lei Seca, não proíbe consumo de bebidas, somente tem foco em diminuir as possibilidades de acidentes.

Vi um texto do Gilberto Dimenstein que achei interessante. Leiam a matéria.