Sobre este blog

Este nome é facilmente interpretado como 'Mundo Idiota', o que não deixa de ser, visto que atualmente vivemos em um mundo do TER e pior, do PARECER TER / SER, enquanto o que devemos valorizar é o SER. Mas o nome tem outro motivo. Uma pessoa que defende sua pátria é chamado de patriota, numa analogia a pessoa que defende o mundo seria o MUNDIOTA.
 
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terça-feira, 7 de julho de 2009

Legalização da incompetência pública

7 comentários até o momento. Que tal deixar o seu?

Hoje pela manhã acordei e vi uma notícia que já me deixou descontente um pouco mais com este país. Aqui realmente é o paraíso das coisas mais absurdas que se possam inventar. Quer coisa maluca, sem sentido? Venha para o Brasil. Quer inversão de valores? Venha para o Brasil?

A notícia que vi é que em Brasília o flanelinha e limpador de para-brisa agora virará profissão, regulamentada e tudo. É isso mesmo, agora aquelas pessoas, que não trabalham, ficam vagando nas ruas, não se esforçam, não estudam, e fazem seu carro de refém para que você seja obrigado a dar um dinheiro para eles serão profissionais reconhecidos. E olha que eu que fiz faculdade de tecnologia, antes fiz curso técnico na área, trabalho há anos ainda não tenho minha profissão regulamentada. Será que devo sequestar algo de alguém para que minha profissão seja reconhecida?

Alguns links com a notícia:

Pegarei alguns textos do primeiro artigo.

De agora em diante, quem quiser tomar conta de carros nas ruas da capital federal terá de fazer por um curso de capacitação que inclui noções de cidadania, leis de trânsito, defesa do consumidor e ensina uma nova técnica de trabalho - a da biolavagem dos carros

Vamos ver, será que aquelas pessoas que são flanelinhas possuem dinheiro para fazer o curso, tempo para isso (afinal, o tempo parado para eles é tempo não trabalhado) e terão dinheiro para comprar os produtos para lavar os vidros dentro da técnica da biolavagem?

A regulamentação resolve o problema. O fato de haver um flanelinha treinado e identificado, com crachá e jaleco, alivia um dos principais problemas enfrentados pelo motorista nas grandes cidades. Mas é necessário um grande controle e fiscalização

Só se for o da ilegalidade, não o da imoralidade e da ineficiência do estado em nos dar a proteção que é direito e pagamos por ela. E sem contar que se for necessário mais fiscalização, mais dinheiro sairá dos nossos bolsos para contratarem fiscais, que certamente serão sempre insuficientes.

O flanelinha somente existe devido a incompetência do estado em dar estudo e condições das pessoas buscarem seu lugar ao sol, trabalhando dignamente e lutando pelo seu pão de cada dia. O estado, ao tirar o direito das pessoas serem cidadãs dignas (não falarei da corrupção, verbas qualquer-coisa-que-exista-no-planeta, aposentadorias milionárias com 8 anos de vida pública, ….) as torna mais propensas a procurarem ‘alternativas’, mesmo que seja mediante extorsão ou coação. E o estado falha novamente em não punir estas pessoas, tratando-as como paisagem e achando isso natural. E ao achar isso natural, surge a estúpida fantástica idéia de regulamentar a incompetência pública e prestigiar as pessoas que nada acrescentam a sociedade, nos ameaçam, e tiram mais ainda nosso dinheiro.

É uma forma de resolver problemas das mais estúpidas possíveis. Se fazem algo ilegal, ao invés de coibir isso, somente tornam legal. Assim não terá gente na ilegalidade, e tudo estará perfeito.

Será que é por isso que nossa educação está tão fantástica na avaliação do governo? Ao invés de darem mais educação e incentivos, aumentam as facilidades para se tirarem nota. Deste modo, o nível ficará bom. Se os alunos mesmo assim repetem de ano, que tal promover a aprovação automática, assim não teremos mais repetição. São verdadeiros demagogos gênios que pensam nestas incríveis soluções.

Então tomo a liberdade de ter alguns devaneios, e seguir a linha destes ilustres pensadores. O número de sequestros relâmpagos está aumentando, e o governo nada faz. Diz que não tem lei específica para isso (Nos EUA a constituição é a mesma desde a independência, e lá qualquer coisa eles resolvem). Então, ao invés de arrebentar estes marginais que tal regulamentar a profissão? Basta o sequestrador fazer um curso de como abordar pessoas sem ser notado pelos demais, quais os horários e pontos mais lucrativos, quais dias da semana mais lucrativos, como identificar vítimas clientes em potencial. Mas claro, como deverão aprender cidadania também, deverão ter um tratamento cordial com o cliente, sentá-lo confortavelmente no banco de trás do carro, com o cinto de segurança. Também darão um comprovante para o cliente dizendo que este cliente comprou o serviço deles, para que o mesmo cliente esteja isento no período de 6 meses da necessidade de compra de outro serviço do gênero.

Sinceramente não duvido do que escrevi. É a legalização da incompetência pública, dos espertos, dos exploradores, dos tortos. É um soco de direito na cara de quem luta para viver sendo honesto, trabalhando duro dirariamente para ganhar o seu 7/12 de salário (5/12 vai para o governo em impostos), estudar e abrir mão de certas coisas em prol de um futuro melhor para si e seus filhos.

sábado, 6 de junho de 2009

Me engana que eu gosto

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Moro em condomínio, e pude presenciar uma “mudança muito interessante”.

Antigamente era permitido a cobrança de 20% de multa, caso o pagamento fosse feito após a data de vencimento. E quem pagasse até o vencimento, ou fosse fiel ao pagamento, não obtinha nenhum desconto. Depois veio uma lei que limitou ao máximo de 2% o valor da multa. E o que aconteceu? Criou-se o desconto fidelidade.

Na verdade o que houve foi o acréscimo da multa no valor do próprio condomínio, mas quem pagar até o vencimento terá direito ao desconto fidelidade, que a única coisa que faz é somente retornar o valor ao anterior, da época da multa de 20%.

Não há nada de desconto nisso, somente o não acréscimo. Se a pessoa deixar de pagar no prazo, ele perderá o “desconto” e também terá a multa de 2%, e o valor final é exatamente igual ao valor antigo com a multa de 20%. Incrível isso, não?

Será que era para ficarmos felizes com o desconto fidelidade? Certamente quem fez isso sabe muito bem matemática, e criou uma forma de ter a multa de 20% ainda, mas e as pessoas que fizeram a lei? Será que não possuem o menor conhecimento matemático? Será que não poderiam escrever na lei “O valor a ser pago, após o vencimento, não poderá sofrer variação maior que 2%”? Deste modo, não vinculariam 2% a palavra multa mas sim a variação, que contempla tanto desconto quanto juros.

Bom, mas vivemos em um país de aparências, onde fingem que se preocupam, nós fingimos que acreditamos, fingimos que está bom e continuamos fingindo…

terça-feira, 31 de março de 2009

Grandes problemas, idéias…melhor deixar pra lá

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Recentemente vi uma reportagem sobre o Rio de Janeiro, onde o novo prefeito ordenou que os bancos das praças fossem dotados do recurso “antimendigo”. Os bancos possuem divisórias em pequenos espaços, impossibilitando assim que os mendigos deitem-se.

Vejam algumas imagens:

Essa mesma medida já foi adotada em SP, inclusive sendo maior que isso, tornando partes sobre os viadutos também antimendigo, chapiscando o chão para que eles não possam dormir.

Não gosto nem um pouco de ver pessoas dormindo em bancos de praças ou sobre viadutos, no entanto eles também não gostam disso, somente estão lá por falta de oportunidade ou de amparo, no caso de situações mais extremas. Tal ação é meramente estética, querem limpar a cidade para dizer que os problemas não mais existem. É mais uma vez esforço sendo empregado na consequência, e não na causa. E pior ainda, ao invés de resolver a consequência, estão maquiando a mesma. Conseguiram piorar mais ainda

E por que ocorre isso? Por que o brasileiro não sabe ser cidadão, não tem comprometimento cívico, responsabilidade social, senso de cobrança, e vota em qualquer um, em qualquer sorriso fácil com promessas de melhora da vida, as quais eles fazem questão de tornar ruins para que sempre possam prometer.

Mas já que a linha de ação deles é essa, proponho solucionar este problema do modo deles. Vejam a solução para que políticos demagogos e totalmente desinteressados em uma sociedade melhor, mais justa, mais humana não mais possam ser eleitos:

urna_chl

urna_chl_2Minha proposta é que a urna eletrônica não tenha o botão Confirmar, assim evitaremos – de modo semelhante ao aplicado com os mendigos – que políticos ruins sejam eleitos.

E então, essa idéia é boa?

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ps. Quando disse que não gosto de pessoas dormindo em bancos e sob os viadutos, estava me referindo ao ato de dormir ao relento, sem conforto, sem opção, e não as pessoas.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Suborno

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Eis algo que temos de sobra neste país. É suborno para tudo quanto é lado. Na esfera pública é onde temos os casos mais divulgados, e talvez a maior incidência. É sempre alguém pagando para poder receber algo em troca.  Esta prática ganha os jornais, a mídia e vai de difundindo na sociedade, a tal ponto dela achar que isso é normal (saliento que normal é somente uma coisa estatisticamente favorecida, não tem nada de certo ou errado) e começam a fazer seus subornos diários.

Esta semana vi uma anúncio em meu prédio. Uma pessoa perdeu um MP4 player e pediu que quem encontrasse devolvesse, e que esta pessoa seria recompensada. Para mim, quando se oferece dinheiro em troca de um favor está se subornando a pessoa, para 'motiva-la' a fazer o certo. Eu fico imaginando o que leva uma pessoa a somente devolver algo que é de outra pessoa, e que sabe quem é esta pessoa. Educação, valores, princípios não existem, empatia para imaginar como seria desagradável perder algo não bastam mais? É necessário ter dinheiro para fazer o certo?

Não sei quanto a vocês, mas para mim isso é suborno. Já presenciei casos em que conhecidos perderem o celular. Ligaram e a pessoa que atendeu disse claramente que queria dinheiro para devolver o aparelho. Talvez tenham aprendido na TV. E isso se alastra no país. Também vejo do mesmo modo pais que dizem para os filhos que se eles ficarem quietos comprarão presentes, doces, etc. Como a criança aprenderá a negociar no futuro, e como ela se indignará com os políticos se eles farão exatamente o mesmo que eles aprenderam durante toda a vida?

Não sou contrário a gratidão, que é um reconhecimento e valorização à uma ação feita, mas isso deve ocorrer se o beneficado assim quiser, e sem antecipar tal ação.

Há os que dirão que é assim mesmo, que tem que ser esperto, já que somente os espertos se dão bem. Será mesmo?

Talvez o esperto se dê bem ganhando um dinheiro deste modo, mas certamente ele está perdendo muito devido aos outros espertos, que agem sobre ele e que tem mais "bala na agulha". Ou será que estes espertos possuem uma boa saúde, uma boa escola, um bom transporte?

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Fanatismo

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Acabei de ver na TV uma notícia simplesmente ridícula. Estão vendendo um copo de mate usado, que 'reza a lenda' foi utilizado pelo ator norte americano Thomas Cruise Mapother IV, conhecido popularmente como Tom Cruise.

Pois é, estão leiloando um copo de mate sujo e amassado. Aos que tiverem interesse, vejam no Mercado Livre.

E olha que o valor pedido não é nada insignificante, nada menos que R$ 5.000,00. Ou aproximadamente 11 salários mínimos. E o pior de tudo, não duvido nada que este copo seja vendido. E isso sem comprovação nenhuma, pois as fotos mostram o ator segurando o copo, depois uma embalagem do mesmo produto no lixo.

Deste mesmo ator já houve outro ato similar. Um 'artista' esculpiu o primeiro cocô da filha do ator, e leiloou, e até o momento da reportagem o valor estava em R$ 5.100,00 dólares (vejam matéria).

O que leva um ser humano a se submeter a tal coisa? Não estou me referindo a quem vende, pois estes somente estão se aproveitando da burrice alheia, mas sim aos seres que compram tal coisa. Mesmo que o tal copo tenha sido verdadeiramente utilizado pelo ator, que diferença faz? Continua sendo um copo. Ah, mas é um copo utilizado pelo Tom Cruise. Sim, e daí? Ele deu o copo a você, foi algo ofertado, e consequentemente com valor, ou foi algo jogado no lixo?

Se a lógica for simplesmente ter sido utilizado pela pessoa, daqui a pouco estarão pegando papel higiênico usado e guardando como lembrança (aos que duvidam sugiro que revejam a matéria do cocô da filha do ator).

Ter admiração por alguém é algo plenamente saudável, mas é preciso alguns cuidados. Primeiro a admiração tem que ser pelas atitudes da pessoa, pela postura, pela vida, pelo caráter. Admirar por coisas materiais ou superficiais também é extremamente perigoso. Admirar alguém porque ele é rico, bonito, influente é se desvalorizar, é achar o outro melhor. A admiração tem que ser por boas posturas, formas de agir.

E mesmo nesse caso, é preciso distinguir admiração, respeito, orgulho e referência de obstinação e fanatismo. Não se pode admirar tanto alguém a ponto de querer ser ele, nem ao ponto de crer que qualquer coisa que ele faz é perfeito, e tudo dele é inquestionável.

Os exemplos que citei acima estão explorando o fanatismo, as pessoas que são tão obcedadas por outras que creem que qualquer coisa feita por seu admirado é especial e vale muito dinheiro.

O fanático age sem pensar, é uma obediência cega. Encara tudo como dogmas, que não podem ser questionados, e deixam de ouvir aos outros, e principalmente a si mesma.

Eu também tenho a quem uso de referência, a quem valorizo as atitudes e posturas (prefiro estes termos à fã, pois fã é uma forma reduzida de fanático). Mas paro por aí. Não mato nem morro por isso, nem pago horrores por nada da pessoa. Assim como também jamais venderia, por nenhum valor, algo que me fosse dado por estas pessoas, pois estas coisas (que poderia ser um copo plástico) não possuem valor, e portanto, não podem ser vendidas nem compradas.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Dificuldades para enriquecer? É tão simples....

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Recebi esta grande oportunidade de mudar minha vida. Abaixo a transcrevo:

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PROGRAMA DE AJUDA MÚTUA ENTRE AMIGOS

 

LEIA ESTE TESTEMUNHO COM MUITA ATENÇÃO, ELE FAZ PARTE DE UM GRANDE NEGÓCIO.

 

 

A paz do Senhor a todos os Irmãos e Amigos

 

Meu nome é NELSON PIRES. Eu sou advogado, hoje aposentado e Pastor da igreja Batista. Há algum tempo, tive problemas financeiros. Eu endividei minha família e meus amigos. Meus cartões de crédito acumularam uma dívida de R$ 35.000,00 (trinta e cinco mil reais), dívidas essas, que eu acumulei tentando montar um negócio para sustentar minha família que é de cinco pessoas. Infelizmente ou felizmente este negócio não deu certo, acabei vivendo a pior crise financeira da minha vida, além do mais não podia baixar a cabeça diante desta crise financeira e como cristão que sou, comecei a orar fervorosamente a Deus pedindo-lhe ajuda e provisão.

 

Logo depois recebi pelo correio o PROGRAMA DE AJUDA MÚTUA CRISTÃ.

Queridos irmãos, por incrível que pareça não conhecia e muito menos mandei pedir o referido programa, simplesmente alguém pegou o meu nome em alguma lista telefônica ou por outro meio que desconheço e me enviou uma proposta do Programa. Após ler repetidas vezes, pude ter certeza que ali estava a resposta de Deus para aquela crise financeira.

 

Naquele momento, mal pude acreditar no que estava diante dos meus olhos, era simplesmente uma máquina de fazer dinheiro, não para me esbanjar nele, mas para eu quitar minhas dívidas, semear na minha vida financeira e de outras pessoas e, o mais importante, entregar o dízimo e oferta na Casa do Senhor.

 

Após pegar o papel e caneta e fazer os cálculos do investimento que iria fazer no programa, concluí que teria no mínimo meu dinheiro de volta, porque pior do que eu estava não poderia ficar e sempre tive o entendimento que o Senhor nos prova até onde suportamos e eu já estava no meu limite. Então, segui as instruções enviando inicialmente 250 cópias pelo correio e o dinheiro começou a chegar! Vagarosamente no inicio. Mas, após três semanas eu estava recebendo bem mais do que eu imaginava. Após três meses o dinheiro parou de chegar.  Por fim fiz um levantamento no meu extrato bancário para verificar quanto havia recebido.

 

Pasmem! Recebi nada menos que R$ 598.494,00 (quinhentos e noventa e oito mil quatrocentos e noventa e quatro reais). Com esse dinheiro tratei de pagar as minhas dividas, comprei uma bela casa e um carro 0km, além de pagar o devido Imposto de Renda. Continuei investindo no programa só que desta vez, mandei mil cartas e em três meses recebi R$ 2.649.180,00 (dois milhões seiscentos e quarenta e nove mil cento e oitenta reais). Com parte deste dinheiro consegui implantar uma escolinha para crianças carentes e também comprar um sítio, onde realizamos festividades para aquelas crianças.

 

Portanto amados, é uma grande oportunidade que Deus está lhe dando para ter vitórias financeiras, sei que é difícil entender como algo tão simples pode mudar de uma hora para outra a sua vida – para mim foi também difícil – mas sei que Deus pega as coisas simples desse mundo para confundir as difíceis.

 

O QUE É O PROGRAMA DE AJUDA MÚTUA CRISTÃ

 

É UM PROGRAMA DE AJUDA PROMOVIDO POR CRISTÃOS E AMIGOS os quais ofertam por livre e espontânea vontade e confirmação de Deus, o valor integral de R$ 12,00 (doze reais) com o propósito de se autobeneficiarem e se ajudarem mutuamente. Sendo o valor depositado em contas correntes de seis (06) pessoas, ou seja, cada pessoa receberá a oferta de R$ 2,00 (dois reais). Base Bíblica: ECLISIASTES. 11-1.

 

A missão do Programa é estimular os cristãos de todas as denominações a ajudarem financeiramente um ao outro por meio de simbólicas ofertas. Veja: 2ºCORÍNTIOS 8.1-5

 

COMO FUNCIONA O PROGRAMA DE AJUDA MÚTUA CRISTÃO

 

1º passo é você ter R$ 12,00 (doze reais)

2º dividir em 6 partes iguais.

3º depositar em 6 contas que se encontram no final da carta

4º faça o maior nº de cópias desta carta (nossos cálculos é de 250) e envie para todos seus irmãos em Cristo ou amigos, por meio de cartas ou e-mail.

 

PROJEÇÃO DE RESULTADOS

 

Dentro de noventa dias você terá surpresa incalculável, assim envie, distribua 250 cópias ou mais, só depende de você!.

 

EXEMPLO: Digamos que você tenha, por exemplo, 3% de retorno, observe o seguinte RACIOCIONIO:

 

  1. Quando são enviadas 250 cartas, 3% são certos, que corresponde mais ou menos à oferta de sete pessoas;
  2. Essas 07 pessoas também se sentirem motivadas e enviarem 250 cartas cada uma, e em seguida 52 pessoas depositarão para você.
  3. Essas 52 pessoas também motivadas pelo Espírito Santo enviaram 250 cartas e 390 pessoas depositarão para você R$ 2,00.
  4. Essas 390 pessoas enviaram 250 cartas e 21.397 pessoas depositam R$ 2,00 cada;
  5. Essas 21.397 pessoas enviam 250 e 164.527 pessoas depositam para você R$ 2,00 cada;

 

Depois disso seu nome não constará mais na lista de ninguém, porém após essa dinâmica você deverá ter recebido R$ 329.054,00 (trezentos e vinte e nove mil e cinqüenta e quatro reais), pode ter certeza – isso funciona sempre, só depende de quantas cartas você enviar. No exemplo acima, você apenas enviou 250 cartas, entretanto, se enviar 500 cartas e receber apenas 3% de retorno, você receberá R$ 658.108,00 (seiscentos e cinqüenta e oito mil e cento e oito reais).

 

Não é jogo, não é sorteio, não é bingo não é loteria, é uma ajuda mútua entre pessoas.

 

É um programa honesto onde todos os participantes são responsáveis pelo sucesso do sistema.

 

3. O investimento é pequeno e acessível a todos, apenas R$ 12,00 e será um motivo de arrecadar dinheiro para realização de seus sonhos.

 

Segue abaixo a lista de seis pessoas em que você investirá com R$ 2,00(dois reais):

 

Nome:                                 Banco                 Agência      Conta

1- Otário 1 da Silva          Itaú                      9999           C/P 999999-999

2- Otário 2 da Silva          Bradesco             9999-9       C/C 99999-9

3- Otário 3 da Silva          Unibanco             9999           C/C 999.999-9

4- Otário 4 da Silva          Bradesco              9999-9      C/C 99999-9

5- Otário 5 da Silva          Bradesco              9999-9      C/C 9999999-9

6- Otário 6 da Silva          Banco do Brasil   9999-9      C/P 9999-9

 

ATENÇÃO

 

Faça tudo de acordo como esta no programa.

 

  1. Depositar primeiro os R$ 2,00 (dois reais) em cada uma das seis pessoas.
  2. Após o depósito, tire o nome da 1º pessoa da lista, pois ele(a) estava em 6º lugar, já chegou em 1º e agora vai sair.
  3. Passe a segunda pessoa para a 1º posição
  4. Passe a terceira pessoa para a 2º posição
  5. Passe a quarta pessoa para a 3º posição
  6. Passe a quinta pessoa para a 4º posição
  7. Passe a sexta pessoa para a 5º posição
  8. E finalmente, insira o seu nome (...) NA SEXTA POSIÇÃO e entregue copias para no mínimo 250 pessoas, ( após ter efetuado os depósitos) por meio de cartas iguais a esta ou em forma de e-mail e aguarde o resultado.

 

 

Deus usa as coisas loucas para confundir os sábios, e trás existência aquilo que não existe para abençoar os seus escolhidos.


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Viram só que coisa fantástica? É incrível como é fácil deixar todo mundo rico. Todos os participantes investirão módicos R$ 12,00 e receberão milhões. Isso sim é o poder da multiplicação do dinheiro.

Fico *^%#%^(&* da vida com esse tipo de coisa que vive. Deve ser dos seres mais desprezíveis do planeta. Aproveita-se da ambição, da fé e da ignorância matemática das pessoas para tirar dinheiro. E esse foi altamente deslavado, pois usa o nome de Deus em tudo, para dar mais 'credibilidade' ao negócio "honesto" que é este. E mais, ainda é um amor de pessoa, pois pagou o dízimo, pagou o imposto de renda e fez um espaço para crianças necessitadas.

Acho incrível a Bíblia ter em seus escritos as palavras relatadas no texto, inclusive pedindo para repassar R$ 2,00 para 5 pessoas. Isso é que é texto atual.

O engraçado é que nem conheço o Jean Marcell (pentekostes@hotmail.com) que lembrou de mim e me encaminhou esta forma de enriquecer licitamente e com a ajuda de Deus.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Desrespeito, desrespeito, desrespeito...

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A cada dia que passa eu creio que os políticos são pessoas boas, que pensam nos outros, que não são egoístas. Ou por acaso fazer uma lei onde ele seja beneficiado é tão ruim assim? Por acaso burlar um regra, por saber que não haverá punição, é algo a ser levado em consideração?

Agora se você, leitor, discorda disso fico muito feliz, e é muito bom saber que ainda há pessoas que pensam assim. E por que fiz uma pequena ironia? Para traçar um paralelo com pequenos desrespeitos que nós, brasileiros da mesma forma dos nossos ilustres políticos, também fazemos, mas cremos que não tem importância, que é coisa boba.

Estive no mercado hoje, e há alguns caixas rápidos, para no máximo 30 volumes, e uma única fila. A idéia é agilizar a vida de quem comprou poucos itens. E no alto falante o mercado informava que o caixa rápido era para no máximo 30 itens. E quando estou na fila eis que vejo uma mulher com um carrinho abarrotado de itens, devia ter ao menos 3 vezes a quantidade máxima. Primeiramente ela não sabia para qual caixa se dirigir, pois não estava prestando atenção no painel indicativo. Chegou lá e a caixa infelizmente não pode fazer nada contra o imenso desrespeito que aquela mulher estava cometendo. O caixa é pequeno (será que é para o máximo de 30 itens?) e as compras dela eram tantas que enquanto ela tirava os produtos do carrinho teve que aparecer uma ajudante para ir empacotando os itens já registrados. Havia entre a ilustre dama e eu umas 20 pessoas. Pois bem, eu fui atendido, paguei e saí, e a ilustre dama ainda estava passando suas compras. Ela tirou o lugar de quantos? Será que ela era mais bonita que todo mundo lá e por isso merecia um atendimento diferenciado? Ou será que faltou a todas as aulas de respeito e acha que o mundo gira em torno do seu umbigo?

Neste mesmo mercado o estacionamento foi reformado recentemente, cobriram uma parte, deixaram a reserva para idosos, e em função da estrutura nova ficaram alguns lugares onde não devem ficar carros, existem faixas no chão indicando isso, e também colocaram vários indicadores de direção, tanto no chão quanto em placas. E acham que é difícil ver algum adulto estacionando no lugar de idoso, ou então estacionando no lugar proibido, deixando os demais carros apertados, ou então andando na contra-mão, ou então estacionando tortamente na vaga, pegando 2? Acertou quem respondeu que não. Isso é muito comum. Conversei com o segurança e perguntei o que acontece com alguém que faz alguma irregularidade, como estacionar onde há faixa proibindo. Ele me disse que quando percebem até pedem para avisar ao motorista para remover, mas se o ilustre motorista não quiser tirar, nada ocorrerá.

Não há nenhuma punição para essas "coisas" que desrespeitam aos demais.

Ou seja, eu me acho bonitão, melhor que os outros, então não necessito seguir as regras de boa convivência, faço as coisas do meu jeito e nada pode ser feito contra mim. Olha só que maravilha!!!!! Habitat perfeito para a procriação de seres egoístas e sem nenhum pensamento coletivo.

Me pergunto se é tão difícil fazer as coisas certas, entender que se vive em sociedade, e que há algumas regras para melhorar as coisas para todos. Poderia dar inúmeros outros exemplos, como pessoas que param em guia rebaixada, ou guia pintada, ou guia para cadeirantes, etc.

Há os que dirão que isso é normal, que faz parte da cultura brasileira, que o brasileiro é mesmo assim. O normal eu posso aceitar, pois normal é somente algo estatisticamente favorecido, mas em nada algo normal tem vínculo com o certo. Que faz parte da cultura (ou INcultura) eu também posso aceitar, mas que brasileiro é assim não. Somente é assim quem quer levar vantagem, ser esperto, se dar bem as custas dos outros. Quem não quer pode ser muito diferente, mesmo tendo nascido neste país.

domingo, 1 de junho de 2008

Me engana que eu gosto

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Infelizmente a cada dia que passa vejo mais situações onde pode ser aplicado o título deste artigo. Parece-me que este povo adora ser enganado, ou melhor, adora se auto-enganar.

E a cada dia vejo mais situações que me ratificam tal visão. Citarei algumas:

1. Está sendo veiculada na TV uma propaganda da Telefônica, onde você paga uma taxa mensal de R$ 22,90 e fala ‘de graça’ aos finais de semana.
Vamos ver se eu entendi. A propaganda me fala que posso falar ‘de graça’ nos finais de semana, mas para falar ‘de graça’ preciso pagar uma taxa de R$ 22,90 por mês? É um novo conceito do termo ‘de graça’? Ou é uma tentativa de iludir os futuros clientes que eles estão sendo espertos adquirindo este produto para falar ‘de graça’?
Imagino outras ‘promoções’ que podem ser feitas também, seguindo esta mesma linha:

a. Em um restaurante. ‘Promoção: pague R$ 30,00 e não pague a sobremesa’

b. Em uma boate. ‘Promoção: entrada franca, saída R$ 10,00’

2. Em uma planilha foi solicitado que seja exibida a variação entre as vendas de um mês com o mesmo mês do ano anterior, para que a pessoa possa ver como está a situação atual. E ao invés de exibir a variação foi solicitado que o valor a ser exibido seja o percentual com relação ao valor anterior. Abaixo mostrarei a tabela:

Jan

Fev

Mar

2007

100

120

140

2008

120

110

135

Índice 1

120%

91,67%

96,43%

Índice 2

20%

-8,33

-3,57%

E entre os dois índices, o preferido foi o primeiro, pois não tinha valor negativo, o que poderia deixar quem lesse a informação triste. Quer dizer que se eu colocar somente os valores positivos significa que a venda aumentou? Ou que o resultado é melhor? E será que quem ler o índice de fevereiro não vai perceber que está abaixo do valor do ano anterior, e que houve uma retração? A leitura que faço é que tentaram me enganar somente mostrando números ‘bons’ quando na verdade existem números não satisfatórios.

3. Nas vendas de produtos, é comum darem descontos (já escrevi o que acho sobre os descontos no artigo Desconto: bom?), e me deparei com uma situação que ratifica meu pensamento. Em um determinado tipo de produto o desconto chegava a 90%, isso mesmo, 90%. Perguntei se mesmo com um desconto desse valor a empresa ainda ganhava dinheiro, e escutei que na verdade o produto nunca era vendido pelo preço de tabela. O preço somente era definido lá em cima para dar um grande desconto, pois os compradores não comprariam caso o desconto não fosse generoso.
Será que quem compra desconhece matemática? Se vender um produto que custa R$ 10,00, com 0% de desconto, ou se vender o mesmo produto que custa R$ 10,00, com 90% de desconto o resultado financeiro é o mesmo. A diferença que tem é que o segundo vendedor tem a chance de ser esperto, dando descontos menores e ganhando mais do que o justo, enquanto que o primeiro não possui intenção nenhuma de ser esperto. E o comprador prefere a segunda opção, pois aí o ‘esperto’ foi ele.
Se for assim, então eu me tornarei um vendedor e colocarei como preço de tabela do produto R$ 1.000,00, assim poderei dar um desconto de 99%, que certamente deixará o comprador muito mais feliz.

Estas foram algumas situações que presenciei, mas tenho a certeza que muitas outras existem. E vejo algumas pessoas preferindo acreditar que estão sendo espertas, que estão levando vantagem. Um pouco de conhecimento matemático e lógico não faria mal nenhum.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Primeira impressão

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Quantas vezes nós não julgamos alguém, ou uma atitude após a primeira impressão? Fazemos isso com muita facilidade, depois de uma breve impressão já damos um parecer definitivo sobre a pessoa, o que ela é, como ela age. Muitas vezes nem damos chance para uma segunda impressão, ou nos damos ao trabalho de deixar que o tempo nos mostre como é a pessoa.

Mas como imagem é melhor do que mil palavras, deixo vocês com um vídeo que, apesar da temática adulta, certamente nos ajuda a entender o que uma primeira impressão pode provocar.




Fonte: http://charges.uol.com.br/bobagens_ver.php?bobagem_pk=1291

sábado, 29 de março de 2008

CPMF

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Esforcei-me para não escrever sobre esse assunto, no entanto não consegui.No final do ano passado a CPMF foi extinta (até quanto sabe-se lá), e isso gerou um monte de reportagens a respeito.
Quero aqui expor um pouco das minhas idéias. Primeiro não entendo porque a sigla era CPMF e não IPMF. A troca do ‘C’ pelo ‘I’ é que ‘C’ era de contribuição enquanto que o ‘I’ proposto por mim seria Imposto, afinal, se nos fosse perguntado se queríamos contribuir creio que a maior parte não quereria. O ‘P’ certamente é de permanente.

Vi alguns discursos de políticos defendendo ou não a permanência deste imposto, e vi as várias propostas que fizeram. Vi um político defendendo o imposto, pois o dinheiro ajudava a saúde do país, e sem este imposto quem iria ser prejudicado seriam os pobres deste país, pois a saúde ficaria precária. Hahahahahahahahahahahaha. Desculpem-me por isso, mas a saúde ficaria? É isso mesmo? Em que país aquele ‘ilustre’ cidadão vive? Nossa saúde pública está um caos. Por acaso vocês conhecem alguém com condições de pagar um plano de saúde particular que opte pelo serviço público, por este ser melhor? É uma demagogia que enoja.

E também vi o governo mudando as propostas até propor que 100% do valor arrecadado por este imposto seria destinado a saúde. ‘Péra aí!!!!’. Se não me engano, quando este imposto foi criado o único destino era esse. E agora o governo propõe isso novamente, para que a contribuição pudesse ser mantida. E quem me garante que depois de aprovada este dinheiro não seria redividido novamente. Quem já fez isso uma vez, sabe a forma de fazer. E depois de aprovada o resto é tudo com eles, nós não teríamos nenhuma possibilidade de exigir tal cumprimento.

A CPMF é um imposto de caracteriza bitributação, pois eu pago imposto para pagar imposto, sem contar que podemos perder dinheiro somente por fazer transferência de dinheiro para outra pessoa.
Mas veja Carlos, o governo consegue saber a movimentação da pessoa e comparando com os dados do imposto de renda tentar detectar se há alguma fraude ou não. Não sei como as leis regem esta área, se o governo pode usar esta informação ou não contra um cidadão. No entanto isso já teria um problema, pois se eu transferir meu dinheiro para uma pessoa eu pagaria o imposto. Depois se essa pessoa devolvesse o dinheiro para mim, e quando eu fizesse uso real do dinheiro pagaria novamente, ou seja, pelo imposto recolhido o governo pode achar que eu ganho o dobro do salário. Voltando a legalidade ou não da ação, se for legal, porque o governo não pega dos bancos então todo o valor das transações feitas, e não somente o do imposto. Se for legal, tanto faz pegar o valor do imposto ou o valor total. Uma simples matemática é o suficiente para descobrir o valor movimentado.

E o governo criar novas formas para cobrir o ‘buraco’ deixado pela CPMF. Pena que eles esquecem que o valor de impostos pagos neste país é um dos maiores do mundo em termos percentuais, pena que se esquecem também que eliminando gastos excessivos, gastos em cargos de confiança, gastos com cartão corporativo, colocando seus salários em valores compatíveis com este país, tirando auxílio-isso, auxílio-aquilo,diminuindo burocracia, implementando gestões eficientes nos governos, combatendo-se corrupção, eliminando as regalias o valor economizado será tão grande que o valor que eles perderão com a extinção da CPMF será plenamente compensado, quiçá sobrará mais dinheiro ainda.

Pena que eles não pensem assim, ou melhor, não pensem.

sábado, 22 de setembro de 2007

Só de Sacanagem

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O texto abaixo foi declamado por Ana Carolina, durante um show. O texto é realmente fantástico, e creio ser um motivador para fazermos as coisas certas.

SÓ DE SACANAGEM
(Elisa Lucinda)

Meu coração está aos pulos!
Quantas vezes minha esperança será posta à prova?
Por quantas provas terá ela que passar? Tudo isso que está aí no ar, malas, cuecas que voam entupidas de dinheiro, do meu, do nosso dinheiro que reservamos duramente para educar os meninos mais pobres que nós, para cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus pais, esse dinheiro viaja na bagagem da impunidade e eu não posso mais.
Quantas vezes, meu amigo, meu rapaz, minha confiança vai ser posta à prova?
Quantas vezes minha esperança vai esperar no cais?
É certo que tempos difíceis existem para aperfeiçoar o aprendiz, mas não é certo que a mentira dos maus brasileiros venha quebrar no nosso nariz.
Meu coração está no escuro, a luz é simples, regada ao conselho simples de meu pai, minha mãe, minha avó e os justos que os precederam: "Não roubarás", "Devolva o lápis do coleguinha", "Esse apontador não é seu, minha filha". Ao invés disso, tanta coisa nojenta e torpe tenho tido que escutar.
Até hábeas corpus preventivo, coisa da qual nunca tinha visto falar e sobre a qual minha pobre lógica ainda insiste: esse é o tipo de benefício que só ao culpado interessará. Pois bem, se mexeram comigo, com a velha e fiel fé do meu povo sofrido, então agora eu vou sacanear: mais honesta ainda vou ficar.
Só de sacanagem! Dirão: "Deixa de ser boba, desde Cabral que aqui todo mundo rouba" e vou dizer: "Não importa, será esse o meu carnaval, vou confiar mais e outra vez. Eu, meu irmão, meu filho e meus amigos, vamos pagar limpo a quem a gente deve e receber limpo do nosso freguês. Com o tempo a gente consegue ser livre, ético e o escambau."
Dirão: "É inútil, todo o mundo aqui é corrupto, desde o primeiro homem que veio de Portugal". Eu direi: Não admito, minha esperança é imortal.
Eu repito, ouviram? Imortal! Sei que não dá para mudar o começo mas, se a gente quiser, vai dar para mudar o final!