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domingo, 4 de janeiro de 2009
Violência sem limite
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Somos heróis... Ainda estamos vivos...
Pensando bem, é difícil acreditar que estejamos vivos até hoje!
Quando éramos pequenos, viajávamos de carro sem cintos de segurança, sem ABS e sem air-bag! Os vidros de remédio ou as garrafas de refrigerantes não tinham nenhum tipo de tampinha especial... E tinham também aquelas bolinhas de gude... que vinham embaladas sem instrução de uso...
A gente bebia da torneira e nem conhecia água engarrafada! Que horror!!!!
A gente andava de bicicleta sem usar nenhum tipo de proteção. E passávamos nossas tardes construindo nossas pipas ou nossos carrinhos de rolimã. A gente se jogava nas ladeiras e esquecia que não tinha freios até que déssemos de cara com a calçada ou com uma árvore.... E depois de muitos acidentes de percurso, aprendíamos a resolver o problema.... SOZINHOS....!!!!!
Nas férias, saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo; nossos pais às vezes não sabiam exatamente onde estávamos, mas sabiam que não estávamos em perigo. Não existiam os celulares! Incrível!!!!!!!! A gente procurava encrenca. Quantos machucados, ossos quebrados e dentes moles dos tombos...???
Ninguém denunciava ninguém. Eram só “acidentes” de moleques: na verdade nunca encontrávamos um culpado. Você lembra destes incidentes? Janelas quebradas, jardins destruídos, as bolas que caíam no terreno do vizinho...
Existiam as brigas e, às vezes, muitos pontos roxos. E mesmo que nos machucássemos e, tantas vezes, chorássemos, passava rápido; na maioria das vezes, nem mesmo nossos pais vinham a descobrir... A gente comia muito doce, pão com muita manteiga... Mas ninguém era obeso... No máximo, um gordinho saudável... A gente dividia uma garrafa de suco, refrigerante ou até uma cerveja escondida, em três ou quatro moleques, e ninguém morreu por causa de vermes!
Não existia o Playstation, nem o Nintendo... Não tinha TV à cabo, nem videocassete, nem Computador, nem Internet... Tínhamos, simplesmente, amigos! A gente andava de bicicleta ou a pé. Íamos à casa dos amigos, tocávamos a campainha, entrávamos e conversávamos.... Sozinhos num mundo frio e cruel!!!!!!!! Sem nenhum controle! Como sobrevivemos???!!! Inventávamos jogos... com pedras, feijões ou cartas... Brincávamos com pequenos monstros: lesmas, caramujos, e outros animaizinhos, mesmo se nossos pais nos dissessem para não fazer isso! Alguns estudantes não eram tão inteligentes quanto os outros, e tiveram que refazer a segunda série...Que horror! Não se mudavam as notas e ninguém passava de ano, mesmo não passando... As professoras eram insuportáveis! Não davam moleza.... Os maiores problemas na escola eram: chegar atrasado, mastigar chicletes na classe ou mandar bilhetinhos falando mal da professora.....
Correr demais no recreio ou matar aula só pra ficar jogando bola no campinho... As nossas iniciativas eram “nossas”, mas as conseqüências também! Ninguém se escondia atrás do outro... Os nossos pais eram sempre do lado da lei quando transgredíamos a regras! Se nos comportávamos mal, nossos pais nos colocavam de castigo e incrivelmente nenhum deles foi preso por isso! Sabíamos que quando os pais diziam “NÃO”, era “NÃO”.
A gente ganhava brinquedos no Natal ou no aniversário, não todas as vezes que ia ao supermercado... Nossos pais nos davam presentes por amor, nunca por culpa... Por incrível que pareça, nossas vidas não se arruinaram porque não ganhamos tudo o que gostaríamos, que queríamos... Esta geração produziu muitos inventores, artistas, amantes do risco e ótimos “solucionadores” de problemas. Nos últimos 50 anos, houve uma desmedida explosão de inovações, tendências... Tínhamos liberdade, sucessos, algumas vezes problemas e desilusões, mas tínhamos muita responsabilidade... E não é que aprendemos a resolver tudo?
Sozinhos... Se você é um destes sobreviventes.... PARABÉNS!!!!!!!!
quinta-feira, 22 de maio de 2008
Amor e Lealdade
No sábado, às 10 horas em ponto, seu amigo está à porta, quando seu filho, absolutamente estarrecido, lhe pergunta: "Pai, você esqueceu o nosso filme?".
O que você faz numa situação dessas?
1. Você diz que não irá ao futebol. Pede mil desculpas ao amigo, diz que não poderá jogar conforme o prometido, pede que ele explique o ocorrido ao seu chefe, e fim de papo.
2. Você pede mil desculpas aos seus filhos, explica a situação, diz que o chefe vai estar lá, que você os levará no sábado que vem, com direito a pipoca em dobro. E tudo se resolverá a contento, sem prejuízo de ninguém.
Qual das duas opções você escolhe? Se respondeu que é a primeira, lamento dizer que você está mentindo. Todo mundo escolhe a segunda opção. Afinal, é sua carreira que poderia estar em jogo. Você bem que podia se tornar mais amigo da turma do trabalho, você está inseguro. Aliás, quem não está?
O que quero discutir aqui é a razão por trás da sua escolha, o raciocínio que determinou a decisão de postergar o cinema com os filhos. Você fez essa opção porque no fundo sabe que seus filhos o amam. E, porque o amam, eles entenderão. Sem dúvida, eles ficarão desapontados, mas não para sempre. Afinal, você conseguiu conciliar a agenda de cada um, só vai demorar mais um pouquinho.
Porém, com esse tipo de raciocínio, você acaba colocando as pessoas que o amam para trás. Justamente as pessoas que nos amam é que acabamos decepcionando, vítimas dos nossos erros do dia-a-dia. Que recompensa é essa que dispensamos àqueles que nos amam e que nos são leais? Por quanto tempo eles continuarão nos amando diante de atitudes assim?
Eu não tenho a menor dúvida de que você escolheu jogar futebol porque sabe muito bem que seu chefe não o ama. Muito pelo contrário, ele não está nem aí para você. Ele pode substituí-lo na hora que quiser, sem um pingo de remorso. Você aceitou jogar com os colegas para que eles gostem um pouco mais de você. E com os seus filhos, que já o adoram, você aproveitou para negociar. Eles não vão dizer nada, vão entender, mas sentirão calados uma punhalada nas costas. A lógica diz que deveríamos ser leais com as pessoas que nos amam, mas na prática fazemos justamente o contrário.
Se acha que ninguém o ama ou que não é amado o suficiente, talvez isso ocorra porque você não tem sido leal com as pessoas a quem ama. Achar que elas serão sempre compreensivas e razoáveis é seguramente o caminho para o desastre. Seus filhos acreditarão em você na próxima vez que lhes fizer uma promessa? Eles aprenderão o significado da palavra lealdade?
Seu chefe vai esquecê-lo totalmente um mês depois de você se aposentar, bem como os seus colegas de trabalho. Os únicos que jamais vão esquecê-lo são seus filhos, pela sua lealdade ou pelas pequenas decepções e infidelidades cometidas por você ao longo da vida.
Revista Veja, Editora Abril, edição 2053, ano 41, nº 12, 26 de março de 2008, página 22
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
Exemplo
Eis a matéria.
O mais legal desta matéria é o argumento do pai, que disse "Para mim, o que importa é dar um bom exemplo para os meus filhos". Isso sim é um pai comprometido com os verdadeiros valores que devem ser passados para os filhos, e não com os valores que nossa sociedade quer nos passar, como esperteza, fama, dinheiro, status.
Deixo aqui meus parabéns a este pai, e este artigo como fonte de inspiração para nós.
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Sou uma pessoa comum
Sou uma pessoa comum
Sara Maria Binatti dos Anjos
Fui criada com princípios morais comuns.
Quando criança, ladrões tinham a aparência de ladrões e nossa única preocupação em relação à segurança era a de que os “lanterninhas” dos cinemas nos expulsassem devido às batidas com os pés no chão quando uma determinada música era tocada no início dos filmes, nas matinês de domingo.
Mães, pais, professores, avós, tios, vizinhos eram autoridades presumidas, dignas de respeito e consideração. Quanto mais próximos, e/ou mais velhos, mais afeto.
Inimaginável responder deseducadamente a policiais, mestres, aos mais idosos, autoridades. Confiávamos nos adultos porque todos eram pais/mães de todas as crianças da rua, do bairro, da cidade.
Tínhamos medo apenas do escuro, de sapos, de filmes de terror.
Ouvindo hoje o Jornal da noite, deu-me uma tristeza infinita por tudo que perdemos. Por tudo o que meu filho precisa temer.
Pelo medo no olhar de crianças, jovens, velhos e adultos. Matar os pais, os avós, violentar crianças, seqüestrar jovens, roubar, enganar, passar a perna, tudo virou banalidades de notícias policiais, esquecidas após o primeiro intervalo comercial.
Agentes de trânsito multando infratores são exploradores, funcionários de indústrias de multas. Policiais em blitz é abuso de autoridade.
Regalias em presídios é matéria votada em reuniões. Direitos humanos para criminosos, deveres ilimitados para cidadãos honestos.
Não levar vantagem é ser otário.
Pagar dívidas em dia é bancar o bobo, anistia para os caloteiros de plantão.
Ladrões de terno e gravata, assassinos com cara de anjo, pedófilos de cabelos brancos.
O que aconteceu conosco?
Professores surrados em salas de aula, comerciantes ameaçados por traficantes, grades em nossas portas e janelas.
Crianças morrendo de fome, gente com fome de morte.
Que valores são esses?
Carros que valem mais que abraço, filhos querendo-os como brindes por passar de ano.
Celulares nas mochilas dos que recém largaram as fraldas.
TV, DVD, telefone, vídeo game, o que vai querer em troca desse abraço, meu filho?
Mais vale um Armani do que um diploma. Mais vale um telão do que um papo. Mais vale um baseado do que um sorvete. Mais vale dois vinténs do que um gosto.
Que lares são esses?
Bom dia, boa noite, até mais.
Jovens ausentes, pais ausentes, droga presente e o presente uma droga.
O que é aquilo? Uma árvore, uma galinha, uma estrela.
Quando foi que tudo sumiu ou virou ridículo?
Quando foi que senti amor pela última vez?
Quando foi que esqueci o nome do meu vizinho?
Quando foi que olhei nos olhos de quem me pede roupa, comida, calçado sem sentir medo?
Quando foi que fechei a janela do meu carro? Quando foi que me fechei?
Quero de volta a minha dignidade, a minha paz e o lugar onde o bem e o mal são contrários, onde o mocinho luta com o bandido e o único medo é de quem infringe, de quem rouba e mata.
Quero de volta a lei e a ordem.
Quero liberdade com segurança. Quero tirar as grades da minha janela para tocar as flores. Quero sentar na calçada, e minha porta aberta nas noites de verão.
Quero a honestidade como motivo de orgulho. Quero a retidão de caráter, a cara limpa e o olho no olho.
Quero a vergonha, a solidariedade e a certeza do futuro. Quero a esperança, a alegria.
Eu quero ser gente e não peça de um jogo manipulado por TV a cabo.
Eu quero a notícia boa, a descoberta da vacina, a plantação do arroz.
Eu quero ver os colonos na terra, as crianças no colégio, os jovens divertindo-se, os velhinhos contando histórias.
Eu quero um emprego decente, um salário condizente, uma oportunidade a mais.
Uma casa para todos, comida na mesa, saúde a mil.
Quero livros e cachorros e sapatos e água limpa. Não quero listas de animais em extinção. Não quero clone de gente, quero cópia das letras de música.
Eu quero voltar a ser feliz! Quero dizer basta a esta inversão de valores e ideais.
Quero mandar calar a boca de quem diz “a nível de”, “neste país”, “enquanto pessoa”, “eles tem que”, “é preciso que”.
Quero xingar quem joga lixo na rua, quem fura a fila, quem rouba um lápis, quem ultrapassa a faixa, quem não usa cinto, quem não paga as suas contas, quem não dignifica meu voto.
Quero rir de quem acha que precisa de silicone, lipoaspiração, implante, dieta, cirurgia plástica, carro zero e quem sabe até um importado, laptop, bolsa XYZ, calça ZYX para se sentir inserido no contexto ou ser “normal”.
Abaixo a ditadura do “tem que”, as receitas de bolo para viver melhor, as técnicas para pensar, falar, sentir! Abaixo o especialista, o sabe-tudo rodeado de microfones e câmeras!
Abaixo o “TER”, viva o “SER”! E viva o retorno da verdadeira vida, simples como uma gota de chuva, limpa como um céu de abril, leve como a brisa da manhã! E definitivamente comum, como eu...
terça-feira, 2 de outubro de 2007
Pais maus
- Eu os amei o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão.
- Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.
- Eu os amei o suficiente para fazerem pagar as balas que tiraram da mercearia e os fazer dizer ao dono: ‘Nós roubamos isto ontem e queremos pagar’
- Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé, junto de vocês, duas horas, enquanto limpavam o vosso quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.
- Eu os amei o suficiente para vos deixar ver além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.
- Eu os amei o suficiente para vos deixar assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.
- Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para vos dizer NÃO, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso (e em alguns momentos até odiaram).
Estas eram as mais difíceis batalhas de todas. Estou contente, venci... Porque no final vocês venceram também! E qualquer dia, quando os meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães; quando eles lhes perguntarem se os seus pais eram maus, os meus filhos vão lhes dizer:
“Sim, os nossos pais eram maus. Eram os piores do mundo... As outras crianças comiam doces no café e nós só tínhamos que comer cereais, ovos, torradas. As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatas fritas e sorvetes ao almoço e nós tinhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas. Nossos pais tinham que saber quem eram os nossos amigos e o que nós fazíamos com eles.
Insistiam que lhes disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos. Nossos pais insistiam sempre conosco para que lhes disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade.
E quando éramos adolescentes, eles conseguiam até ler os nossos pensamentos. A nossa vida era mesmo chata!
Nossos pais não deixavam os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos; tinham que subir, bater à porta, para que os nossos pais os conhecessem.
Enquanto todos podiam voltar tarde da noite com 12 anos, tivemos que esperar pelo menos 16 para chegar um pouco mais tarde, e aqueles chatos levantavam para saber se a festa foi boa (só para verem como estávamos ao voltar).
Por causa dos nossos pais, nós perdemos imensas experiências na adolescência.
- Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime.
EU ACHO QUE ESTE É UM DOS MALES DO MUNDO DE HOJE: NÃO HÁ PAIS MAUS SUFICIENTES!”
Quem dera tivéssemos no mundo não somente pais maus, mas professores maus, chefes maus, amigos maus, políticos maus, profissionais maus. Talvez não estivéssemos tão mal assim!!!!
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
Fuga de responsabilidades
Acho realmente que somos treinados desde crianças, não com ensinamentos diretos, como em uma escola, mas com a forma mais eficiente de ensino, que é o exemplo. Quantos exemplos não damos a eles diariamente?
E quando digo que não assumimos responsabilidade não digo que as pessoas são irresponsáveis, que fazem tudo errado. Entre o responsável e o irresponsável há o omisso, e este também é um problema. Pecar pela omissão. Há uma cultura popular que diz que é melhor se arrepender do que fez do que se arrepender de não ter feito. Claro que atitudes sabidamente prejudiciais não precisamos fazer, mas muitas outras podemos, e devemos, fazer. Vamos a alguns exemplos:
- Hoje em dia quem são os responsáveis pela educação dos filhos (não confundam educação com conhecimento)? Muitos pais atribuíram esta tarefa as escolas, as igrejas, tirando de si esta responsabilidade, sendo que os únicos responsáveis são eles mesmos. Preferem culpar a vida moderna, as inúmeras atribuições, o congestionamento. Se esquecem que foram somente eles que decidiram ter um filho, e junto com toda decisão vem as responsabilidades. Isso muitos não querem mais, é mais 'cômodo' para eles deixarem a cargo da escola (particular), e caso o filho não se torne uma pessoa com valores, princípios culpar a escola, afinal eles pagaram - e caro - por este 'serviço'. Assumir sua parcela de culpa não está nos planos.
- Hoje em dia quem são os responsáveis pela contratação de funcionários? Em muitas empresas essa função, além de estar relacionada ao departamento de pessoas, muitas vezes é terceirizada e faz uso de psicólogos. Promove-se inúmeros testes, faz-se dinâmicas de grupo, dá-se objetos estranhos para provas que quase ninguém consegue ver o menor sentido naquilo, muitas entrevistas, analisam a expressão corporal, caligrafia, o uso correto das palavras, verifica se o candidato utiliza as frases que os entrevistadores querem ouvir, vestem-se impecavelmente, enfim, um longo e complicado processo. E para que isso? Claro que para contratar pessoas certas para a empresa, que tenham caráter, honestidade, comprometimento, ambição na medida certa, e claro que também o conhecimento. Pois bem, se tudo isso é feito, como é que nas empresas ainda tem muitas pessoas desmotivadas, mentirosas, sem caráter, ambiciosas além da conta? Será que depois de inventarem essa forma de contratação realmente o nível humano das pessoas ficou melhor? Creio que não deva haver muita mudança, até porque se a regra de contratação é definida, certamente podemos criar métodos para nos ajustar ao processo.
Então por que esse processo não é retirado? Creio que é porque nenhum gerente ou dono de empresa quer assumir a responsabilidade de colocar dentro da empresa um mau caráter. É preferível dizer "Bom, fiz o possível, contratei os profissionais adequados, promovi os testes adequados, enfim, fiz o que pude".
É a essa responsabilidade que me refiro. As pessoas hoje em dia preferem atribuir culpa aos outros, ou a até seres não humanos. Quantas vezes vocês já ouviram um casal dizendo que tiverem muitos filhos porque Deus quis? Isso também é responsabilidade nossa.
Somente conseguiremos um mundo melhor, mais justo, mais honesto, com pessoas mais comprometidas. Se cada um começar a assumir a sua responsabilidade sobre seus atos. Isso pode ser complicado no começo, vermos os nossos defeitos, as nossas falhas, mas somente assim poderemos evoluir, nos desenvolver, e resolvermos os nossos próprios problemas, sem deixar para que outros os resolvam por nós.